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Comitê elege os mais belos parques da Itália; confira!

07 jul 2017 às 18:21

As cidades de Gênova, na Ligúria, e de Chianciano Terme, na Toscana, têm os parques mais bonitos da Itália. Essa foi a decisão do comitê especializado da 15ª edição do concurso "O Parque Mais Belo da Itália".

A Villa Durazzo Pallavicini, em Gênova, foi a grande vencedora da competição na categoria de "Parques Públicos" e a Villa La Foce in Val d'Orcia, na província de Siena, foi a ganhadora na categoria "Parques Privados".


Villa Durazzo Pallavicini


Grazie @scillaecariddi_ per avermi fatto visitare questo bellissimo posto e per le foto che saranno ancora più belle 💖💖

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Considerado um dos parques mais românticos e originais do mundo, a Villa Durazzo Pallavicini foi idealizada e construída em 1840 pelo arquiteto italiano Michele Canzio.


O grande espaço conta com ambientes marcantes que parecem dar a volta ao mundo, como o Viale Classico, a Coffee House, o Arco do Triunfo, a Casa do Eremita, as grutas, o Lago Grande com a Pagoda Chinesa, o Templo de Diana, os Jardins Flora e o "Gazebo" das Rosas, e que brincam com elementos arquitetônicos, botânicos e esotéricos.


O parque também conta com plantas que merecem destaque, como a cânfora apoiada no cedro do Líbano nas margens do lago, a coleção de palmeiras exóticas, as araucárias, as rosas banksiae e as belíssimas camélias.


Villa La Foce in Val d'Orcia


Spent a lovely afternoon at the garden in #lafoce

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Villa La Fosse e o seu extraordinário jardim são fortemente ligados à biógrafa e ativista britânica Iris Origo que, com seu marido, o marquês italiano Antonio Origo, decidiu viver na região após seu casamento na década de 1920.


A missão de projetar o parque foi dada ao arquiteto e paisagista britânico Cecil Pinset, que se inspirou nos jardins da tradição clássica italiana para o espaço, finalizado em 1939. Em volta da casa, encontra-se um jardim divido em "cômodos" por caixas de madeira com vasos de barro com pequenos limoeiros de decoração.


Em um colina, cerejeiras, pinheiros e ciprestes crescem entre pés de tomilho e de alecrim em cultivo de socalcos, técnica agrícola usada em vários terrenos inclinados.

Um caminho de pedra que atravessa boa parte do bosque também liga o jardim ao cemitério da família Origo, considerado uma das criações mais belas de Pinsent.


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