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Erika Gonçalves
Erika Gonçalves
12/07/2016 - 09:03
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Assim como nós, os animais também precisam de cuidados especiais quando ficam mais velhos. Diabetes, problemas renais e artrose são algumas das doenças que podem afetá-los.

A idade em que eles passam a ser considerados idosos vai variar conforme a espécie e no caso dos cães, de acordo com o tamanho também. Quanto maior o cão, menos ele vive e por consequência, mais rápido é considerado idoso. O veterinário poderá dizer a partir de quando serão necessários cuidados adicionais com a saúde do seu pet.

De maneira geral, pode ser preciso mudar a ração para uma mais adequada às necessidades nutricionais. Outra recomendação é que cães e gatos passem por check ups anualmente ou até a cada seis meses, dependendo da condição de saúde do seu pet. Um exame de sangue irá verificar as condições de rins, fígado, o nível de açúcar, a imunidade do animal, entre outros. Pode ser que o veterinário peça também um ultrassom.

A Nina, como já tem 14 anos, apresentou pequenas alterações nos rins e no fígado, decorrentes da idade e por isso precisamos sempre acompanhar como ela está. Essa prevenção faz com que o animal tenha uma melhor qualidade de vida e também viva mais, porque qualquer problema é detectado logo no início, aumentando as chances de cura e/ou tratamento.

Além da alimentação e exames médicos, outras alterações na rotina da casa também trazem mais tranquilidade para o seu idosinho. Com menos disposição para brincar, o cão ou gato pode passar mais tempo dormindo. Ele também sente mais frio e preciso de cuidados especiais no inverno. Passeios mais curtos cansam menos os cães. Para os gatos, medidas simples fazem com que subir e descer da cama ou sofá fique mais confortável.

Aqui em casa, como a Nina gosta muito de dormir na cama e esta é um pouco alta, notamos que algumas vezes ela não conseguia subir de uma vez, ficava meio "pendurada" até conseguir escalar o colchão. Optamos por colocar uma caixa de papelão bem resistente no lado em que ela costuma subir. Rapidamente ela entendeu que a caixa estava ali para facilitar a vida dela. Agora sobre tranquilamente na caixa e dela, para a cama. Para descer, faz o caminho inverso. Se você tiver um banquinho pequeno, daqueles de criança, também pode usar, mas dá para improvisar e não gastar nada.
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Erika Gonçalves
 
Formada em Jornalismo pela Universidade Estadual de Londrina em 1997. Apaixonada por bichos desde sempre, mas sem vocação para ser médica veterinária. Já teve um "zoológico" em casa quando criança. Está sempre buscando novidades sobre o comportamento animal. É repórter da Folha de Londrina.



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