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Limites

O Espiritismo responde: número de filhos

31 dez 1969 às 21:33
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De acordo com a visão Espírita, um casal tem o direito de limitar o número de filhos?

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No seu livro "Após a Tempestade", psicografado por Divaldo Franco, Joanna de Ângelis explica que o homem pode e deve programar a família que lhe convém ter, além do número de filhos e o período para a maternidade.

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Os filhos não devem ser vistos como realizações, eles procedem de compromissos aceitos antes da reencarnação pelos futuros pais, de modo a edificarem a família de que necessitam para a própria evolução.


É, evidentemente, lícito aos casais adiar a recepção de Espíritos que lhes são vinculados, impossibilitando mesmo que reencarnem por seu intermédio. Mas as Soberanas Leis da Vida dispõem de meios para fazer que aqueles rejeitados venham por outros processos à porta dos seus devedores ou credores, em circunstâncias talvez muito dolorosas, complicadas pela irresponsabilidade desses cônjuges que ajam com leviandade, em flagrante desconsideração aos códigos divinos.


Segundo o Dr. Jorge Andréa, no livro "Encontro com a Cultura Espírita", o planejamento familiar é questão de foro íntimo do casal. Ele questiona: Será preferível um Espírito reencarnar num lar pobre com as habituais dificuldades de subsistência, ou ficar aturdido e acoplado à mãe que lhe fechou os canais, criando, nessa simbiose, neuroses e psicoses de variados matizes? Respondendo a isso, ele próprio esclarece que, na maioria das vezes, os Espíritos, quando vêm para a reencarnação, de há muito já estão em sintonia com o cadinho materno.

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Se os canais destinados à maternidade são neutralizados e fechados, é claro que haverá distúrbios, principalmente no psiquismo de profundidade, isto é, na zona inconsciente ou espiritual, onde as energias emitidas por essas fontes não encontram correspondência em seu ciclo.


Seria melhor, portanto, não opor obstáculos à volta dos Espíritos a um corpo de carne, pois o espírita não ignora a seriedade da planificação reencarnatória. É razoável pensar, pois, que antes de retornarmos às experiências físicas nos tenhamos comprometido a receber, como filhos, um número determinado de Espíritos. A prole estaria, assim, com sua quota previamente estabelecida quando ainda nos achávamos nos planos espirituais.

Rejeitar alguém convidado para vir seria equivalente a romper um compromisso, um contrato, um acordo, como fazem os que desertam das responsabilidades, o que não é raro na sociedade em que vivemos.


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