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Manifestação

Servidores de Londrina vão a Curitiba para lutar pela data base e rememorar repressão de 2015

Redação Bonde com Sindiprol ADUEL
28 abr 2022 às 16:56
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Sindicatos de servidores públicos estaduais de Londrina estão organizando suas caravanas para participar do protesto nesta sexta-feira (29), em Curitiba, pela luta da data base que prevê a reposição salarial de 35,5% e rememorar a repressão policial a mando do ex-governador Beto Richa (PSDB) sofrida neste mesmo dia, em 2015.

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A concentração para o ato começa às 9h, na Praça 19 de Dezembro, de onde servidores seguem numa caminhada que termina na Praça Nossa Senhora de Salete, em frente ao Palácio Iguaçu e Assembleia Legislativa, no mesmo local onde os representantes do funcionalismo foram agredidos e bombardeados há sete anos.

A data ficou marcada por conta de uma operação da PM, que usou bombas, gás lacrimogêneo, balas de borracha, spray de pimenta e confrontos violentos, deixando um saldo de mais de 200 pessoas feridas, Os servidores estavam protestando por causa da aprovação de leis que mudaram o regime da Paraná Previdência, trazendo prejuízos para suas aposentadorias.

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A APP-Sindicato (dos profissionais da rede estadual de ensino) em Londrina, a Assuel (sindicato dos técnicos da UEL) e o Sindiprol/Aduel (sindicato dos professores universitários e profissionais de nível superior) estarão levando ônibus com servidores para a capital. 


Segundo o presidente da APP, Márcio André Ribeiro, a categoria estará em peso no protesto. “ Trata-se de uma data que temos de relembrar todos os anos para  não cair no esquecimento.  Estávamos lutando pelos nossos direitos de forma pacífica e jogaram bombas em cima da gente, isso não pode ocorrer nunca mais”, declarou o presidente da APP. 

O presidente do Sindiprol Aduel, Ronaldo Gaspar, afirma que o 29 de abril é uma data histórica no Paraná e no Brasil pela luta dos direitos dos servidores.”  É um marco da brutalidade de um governo que promoveu o recrudescimento de um ambiente social contra nossas reivindicações, por isso temos de retomar a luta para não perder mais direitos”, disse  Gaspar.

Já o presidente da Assuel, Marcelo Seabra, destacou que, além de lembrar do fatídico dia, o protesto é fundamental para a retomada da luta pela data base da categoria. “ Estaremos lançando nossa campanha salarial e cobrando o governo para que pague o que nos deve, pois já estamos há seis anos sem reposição, enquanto isso, a inflação e o custo de vida não parou de crescer”, disse Seabra. 

O ato em Curitiba é organizado pelo FES (Fórum de Entidades Sindicais), que congrega dezenas de sindicatos de servidores públicos de vários segmentos de todo o estado.

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