Pesquisar

Canais

Serviços

Publicidade
Publicidade
Publicidade
Pós-Lugo

Fazenda de brasileiros no Paraguai é 1ª ocupação de terra

BBC Brasil
25 jun 2012 às 08:29
siga o Bonde no Google News!
Publicidade
Publicidade

Uma fazenda pertencente a dois brasileiros se tornou o primeiro terreno a ser ocupado por sem-terras no Paraguai desde o impeachment do presidente Fernando Lugo e a posse de Federico Franco, na sexta-feira, segundo informou o jornal paraguaio Última Hora, em sua versão eletrônica.

De acordo com o diário, a fazenda conhecida como Ex-La Reina, de 1.982 hectares e situada no distrito distrito de Capiibary, pertence aos brasileiros Clóvis Vieira e Troiler Omar.

Cadastre-se em nossa newsletter

Publicidade
Publicidade


Um total de 90 famílias de sem-terra teriam ocupado o terreno dos dois brasileiros que conta com plantações de milho e de soja.

Leia mais:

Imagem de destaque
Artista e ativista

Frida Kahlo permanece ícone feminista 70 anos após a morte

Imagem de destaque
Cena registrada por pedestres

Nudistas resgatam turista brasileiro atacado por homem com maçarico nos EUA

Imagem de destaque
Pesquisa feita em 13 países

Antissemitismo aumentou na Europa após início da guerra na Faixa de Gaza, diz relatório

Imagem de destaque
Nos EUA

1º transplante de laringe faz paciente com câncer recuperar a voz


Um conflito entre trabalhadores sem-terra e policiais que deixou 17 mortos deu início ao processo movido pela oposição que resultou no impeachment de Lugo.

Publicidade


Ameaça


De acordo com os sem-terra que ocuparam a fazenda, os fazendeiros promoviam a fumigação indiscriminada em seu terreno, o que ameaçava a comunidade que residia nos arredores.

Publicidade


Um dos líderes camponeses que participou da invasão, Milcíades Quintana, afirmou, em entrevista ao jornal, que os trabalhadores rurais vinham tentando comprar a fazenda há nove anos, mas que o processo estaria paralisado.


O advogado Ruben Sosa, que representa os fazendeiros brasileiros disse ao Última Hora que a invasão fere os direitos de seus clientes, porque os impede de trabalhar.

O advogado afirmou também que espera que o Ministério Público determine a prisão dos invasores.


Publicidade

Últimas notícias

Publicidade