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Requião faz reuniões secretas no Palácio Iguaçu

Redação - Bonde
15 jan 2004 às 08:21
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O governador Roberto Requião (PMDB) teve na quarta uma reunião a portas fechadas com o presidente do Itaú, Roberto Setúbal. O pedido de audiência foi feito pelo banqueiro, que esteve no Palácio Iguaçu por quase duas horas. Requião já declarou guerra ao banco, que tem o monopólio das contas estaduais até 2010.

Logo no início do mandato de Requião, a Procuradoria Geral do Estado (PGE) entrou com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) no Supremo Tribunal Federal (STF), questionando a permanência das contas no banco privado. O processo ainda não foi apreciado.

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A permissão foi dada pelo ex-governador Jaime Lerner (PSB), quando o Itaú comprou o Banestado, em outubro de 2000. A manutenção das contas valia até 2005. Antes de deixar o governo, Lerner prorrogou o contrato com o Itaú até 2010.

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De acordo com a PGE, a Constituição Federal sustenta que as contas de governo devem permanecer em bancos públicos, como a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil. O legislativo paranaense também agiu: os deputados estaduais aprovaram lei, sugerida pela CPI do Banestado, que determinava o depósito em bancos oficiais. Mas o STF suspendeu a eficácia dessa lei, atendendo uma Adin proposta pela Confederação Nacional do Sistema Financeiro (Consif).


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