Quando o assunto é boa forma e beleza todo mundo tem lá suas inseguranças. O problema é que em muitos casos, a imagem que as pessoas têm de si mesmas passa a afetar o cotidiano. Para avaliar o impacto dessa visão na vida das mulheres, alguns pesquisadores resolveram investigar como elas avaliam sua aparência e como veem seu reflexo no espelho.
As participantes da pesquisa tiveram que identificar o tamanho real do seu manequim e escolher o tipo físico que imaginavam ter em uma tabela com 9 modelos, que variavam de inferior ao peso recomendado até sobrepeso. Além disso, as mulheres precisavam revelar qual dos tipos físicos apresentados elas gostariam de ter.
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Depois de recolher essas informações, os pesquisadores avaliaram qual era o grau de insatisfação que as mulheres tinham com o seu corpo e, através da computação gráfica, simularam como elas realmente seriam a partir de suas impressões pessoais.
A psicóloga Bijal Chheda-Varma, do hospital Capio Nightingale, em Londres, na Inglaterra, que basicamente, quanto maior a diferença entre a silhueta que a mulher imagina ter e aquela que ela gostaria de ter, maior é a insatisfação com seu corpo. "A maioria das mulheres tende a apresentar uma visão distorcida. Quando a diferença é de 3 a 4 pontos, isso representa uma grande sobrecarga emocional", explicou a pesquisadora ao jornal britânico The Daily Mail.

Como ela se vê: 6 / Como ela gostaria de ser: 1 / Como ela realmente é: 4 / Índice de insatisfação: 5
De acordo com sua experiência no atendimento das mulheres, a psicóloga acredita que os altos padrões de beleza estabelecidos sejam o principal motivo que dá origem a ansiedade e faz com que elas se sintam pressionadas a serem mais magras e perfeitas. (Fonte: Toda Ela)