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Acima da média nacional!

Alunos da UEL tem 89% de aprovação em exame do Conselho de Contabilidade

Redação Bonde com Agência UEL
26 ago 2021 às 15:54
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Os estudantes egressos do Curso de Ciências Contábeis, do Cesa (Centro de Estudos Sociais e Aplicados) da UEL (Universidade Estadual de Londrina), foram destaque na última edição do Exame de Suficiência do CFC (Conselho Federal de Contabilidade). O curso, tradicionalmente avaliado como um dos melhores do Brasil no exame do órgão regulador, teve 89% de estudantes aprovados, percentual muito acima da média nacional e estadual. No Brasil, o percentual de aprovados fica em torno de 20% e, no Paraná, em 25%. Pela UEL, 18 recém-formados fizeram o exame, 16 foram aprovados.

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O CFC é o órgão regulador da atividade dos contabilistas em todo o país – funciona de forma análoga à OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) em relação aos formados em Direito que se dedicam à advocacia. O intuito do exame, que é realizado duas vezes por ano pelo CFC, é avaliar se o profissional habilitado tem pleno domínio sobre as questões técnicas e regulatórias necessárias à atuação do contabilista.

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Para o professor e chefe de Departamento de Ciências Contábeis, Régis Garcia, o ótimo desempenho dos estudantes da UEL nesta edição não é novidade. Historicamente, os estudantes da UEL se destacam entre os da rede estadual do Paraná e, também, do Brasil. Em 2019, na primeira oportunidade de realização do exame, foram 79% de aprovados e, na segunda, 83%. Em 2020, o índice de aprovação ficou em 84% no primeiro exame e em 72% no segundo.


Teoria e Prática - Segundo Régis, o desempenho do Curso de Contábeis da UEL no exame está relacionado a vários fatores, como o corpo do docente qualificado. “Temos uma grande maioria de professores com experiência no mercado de trabalho. Por outro lado, outros professores que não têm essa experiência têm mestrado ou doutorado e estão em constante aperfeiçoamento”, avaliou o professor.

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Além da qualificação do corpo docente, outro fator relevante para explicar o bom desempenho é a inserção dos graduandos no mercado de trabalho. “Muitas empresas de auditoria no Brasil procuram estudantes para compor o quadro de auditores. Isso faz com que essas grandes empresas absorvam esses jovens nos seus quadros de funcionários. No final da graduação, eles já estão com bastante experiência prática e teórica na área”, comentou Garcia.


Esse subsídio teórico e prática da formação permite uma capacitação plena para o exercício da profissão, acompanhando as demandas do Conselho, no que diz respeito às capacidades para um formado na área. “Atualmente, o exame tem privilegiado o raciocínio interpretativo dos estudantes. São questões que trazem a norma crua, para análise, mas com um texto como base”, explicou o professor.


Acima da Média - A estudante Nathalia Francischini do Divino, 24, foi uma das aprovadas no exame do CFC. Recém-graduada em Ciências Contábeis (noturno), a aluna conta que somente o conhecimento oferecido pela UEL durante o curso foi suficiente para prestar o exame e passar. “Até pensei em estudar para a prova especificamente, mas não foi necessário. Mesmo com as dificuldades que tive nas disciplinas dos últimos períodos, que foram online, tudo correu bem”, afirmou.


Apta a exercer a profissão de contabilista, a recém-formada almeja passar em concursos na área. “Por enquanto, não tenho em mente abrir uma empresa, mas atuar como concursada. Muitas empresas pedem o registro para o exercício profissional, então essa etapa já concluí”, ressaltou.

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