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52 anos!

No aniversário, UEL, UEM e UEPG superam 210 mil formados e expandem ciência paranaense

Redação Bonde com AEN
09 nov 2021 às 17:37
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As universidades estaduais UEL (de Londrina), UEM (de Maringá) e UEPG (de Ponta Grossa) comemoraram neste mês 52 anos de existência. Criadas em 6 de novembro de 1969 pela Lei Estadual nº 6.034, as instituições nasceram da incorporação de faculdades estaduais que já existiam e funcionavam isoladamente.

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Em 2021, simultaneamente, a UEL celebra seu jubileu de ouro, considerando a data de seu reconhecimento pelo Ministério da Educação, em 7 de outubro de 1971.

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As três instutições são responsáveis, até agora, pela formação de cerca de 210 mil profissionais. Hoje, mais de 50 mil estudantes estão matriculados nessas universidades, distribuídos em 171 cursos de graduação e outros 326 de especialização, mestrado e doutorado.


“O trabalho dos professores, estudantes e agentes universitários ajudou a classificar as três instituições como referência no Brasil e no Exterior, em ensino, pesquisa e extensão. São três universidades que orgulham o Paraná e que contribuem de maneira expressiva para o desenvolvimento socioeconômico”, destaca o superintendente da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Aldo Bona.


UEL – Atualmente, a UEL reúne em torno de 17 mil estudantes, oferta 53 cursos de graduação, 184 cursos de pós-graduação, entre especialização, residências e programas de mestrado e doutorado. O quadro funcional tem mais de 4 mil professores e servidores, incluindo o HU/UEL (Hospital Universitário).

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A universidade possui, ainda, 1.893 projetos de ensino, pesquisa e extensão, envolvendo 11.830 participantes – docentes, agentes universitários, alunos de graduação e pós-graduação.


Para o reitor Sérgio Carvalho, comemorar cinco décadas representa reconhecer o esforço criativo de mulheres e homens ainda na década de 1970.


“É a história de dedicação de muitas pessoas à educação superior. Dedicação à instituição que carrega como missão o compromisso com os paranaenses, brasileiros e com a própria humanidade, conectando-se às culturas e dilemas e buscando contribuir com o desenvolvimento e a transformação social, econômica, política e cultural”, salientou.


UEM – A UEM possui em torno de 20 mil estudantes em cursos de graduação e de pós-graduação, segundo a Pró-Reitoria de PLD (Planejamento e Desenvolvimento Institucional). Com 70 cursos de graduação presenciais e a distância, em todas as áreas do conhecimento, a instituição já formou 77.673 profissionais. Além disso, forma especialistas, mestres e doutores, em 85 cursos de pós-graduação.


O reitor Julio César Damasceno destaca que a UEM completa 52 anos com uma trajetória admirável. Desde a sua criação, acrescenta, faz parte da história de Maringá e de toda a região.


“A universidade sempre contribuiu para a formação de profissionais qualificados, investindo constantemente em seu quadro docente e evoluindo na criação de cursos de graduação e pós-graduação. Hoje somos uma referência nacional e internacional com acordos de cooperação e de pesquisas conjuntas com diferentes países”, destacou o reitor da UEM.


UEPG – O professor Miguel Sanches Neto, reitor da UEPG, destaca que a universidade dos Campos Gerais foi a instituição que começou o processo de interiorização do ensino superior no Paraná. Após 50 anos de atividades na extensão, já são mais de 110 mil pessoas beneficiadas em Ponta Grossa e região. Hoje, possui 7.462 alunos matriculados em 96 cursos de graduação e de pós-graduação.


“Isso significa que a UEPG iniciou a oportunidade para que pessoas do Interior frequentassem uma universidade pública. O aniversário da UEPG é sempre uma data muito importante. A cada ano a instituição representa uma modificação da sociedade, transformando vidas, fortalecendo o Estado e o ensino superior público no Brasil”, destacou.


Reconhecimento – Com cerca de 90% dos professores com títulos de mestre ou doutor, as universidades mantêm um bom desempenho em diversos processos de avaliação, nacionais e internacionais.


No IGC (Índice Geral de Cursos), considerado uma das avaliações mais importantes aplicadas pelo Ministério da Educação, as três universidades conquistaram o conceito 4, o segundo melhor (varia de 1 a 5).


Entre as universidades estaduais brasileiras a posição das três instituições também é de protagonismo. A UEL aparece como a 4ª melhor estadual do Brasil, seguida pela UEM em 6ª e a UEPG em 11ª. No comparativo com as universidades, faculdades e centros universitários públicos e privados do Paraná, as estaduais também estão entre as 17 melhores. A UEL ficou em 3º, a UEM em 4ºe a UEPG aparece em 17º.


“Essa classificação evidencia um crescimento qualitativo das três universidades estaduais no cenário nacional. Sabemos que a comunidade acadêmica das instituições tem se esforçado para garantir uma formação de qualidade para os nossos alunos”, destacou a coordenadora de Ensino Superior, Gisele Onuki.

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