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Pesquisa da Itália cria interruptor molecular que melhora memória

Ansa Brasil
29 dez 2023 às 21:29

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Tânia Rêgo/Agência Brasil
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Cientistas da Universidade Católica do Sacro Cuore, na Itália, desenvolveram uma proteína geneticamente modificada para aperfeiçoar a memória ao ser ativada por um medicamento.


Os resultados do estudo foram publicados na revista científica Science Advances.

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Com a técnica, a equipe mudou a proteína LIMK1, crucial para a memória, de maneira que ela adicione um  “interruptor molecular” ativado pelo consumo do remédio rapamicina, conhecido por efeitos antienvelhecimento no cérebro.


A fórmula foi testada em ratos idosos com declínio cognitivo, que tiveram melhoras durante a observação de comportamentos e testes de memória.


A equipe ainda verificou mudanças nas sinapses, principalmente no hipocampo, região cerebral fundamental para a memória.


“O interruptor molecular é a proteína modificada associada ao medicamento. Ele facilita a identificação de soluções inovadoras para doenças neuropsiquiátricas, como a demência”, disse o coordenador da pesquisa, Claudio Grassi.

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“O próximo passo é testar a eficácia desse tratamento em modelos experimentais de doenças neurodegenerativas, como o Alzheimer, e conduzir mais estudos para validar seu possível uso em humanos”, pontuou Cristian Ripoli, autor da pesquisa.


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