02/03/21
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Coronavírus

Pandemia obriga cultura a se reinventar em 2020

Reprodução/Pixabay
Reprodução/Pixabay


Exposições interrompidas, salas de cinemas vazias, shows cancelados, eventos adiados e cortinas fechadas. As diversas manifestações culturais, principais aliadas da saúde mental, foram duramente afetadas pela pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2).


Dependente de aglomerações, o setor cultural sentiu diretamente o peso das medidas restritivas recomendadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e impostas por líderes de vários países para evitar a propagação da Covid-19.

Em entrevista à ANSA, o doutor em artes e professor de projetos incentivados de cinema da ESPM-SP, Márcio Rodrigo, explica que a pandemia teve um "impacto gigantesco" no setor em todo o mundo, principalmente em relação ao público, porque "a gente não pode se aglomerar" e, com isso, teatros, cinemas e museus fecharam as portas.

"Se você vai produzir um espetáculo, um filme, uma série, montar uma exposição, você exige o convívio de muitas pessoas, muitas viagens, muitos contatos dos realizadores e produtores", afirma.

No entanto, como forma de driblar os prejuízos, o setor precisou apostar na criatividade e se reinventar com a ajuda da tecnologia para mudar a forma de consumo de cultura por parte do público.

Desde o início da pandemia, surgiram alternativas como shows e exposições virtuais, espetáculos drive-in, webinars, eventos ao ar livre e mais intimistas, tanto pelo instinto de sobrevivência do setor quanto pela necessidade de interação social.

A internet tem sido crucial para manter o setor "vivo" neste momento crítico, mas também pode deixar como herança uma nova forma de fazer cultura e entretenimento, misturando o presencial e o virtual no "novo normal".

"O que vai acontecer é que muita coisa vai ser híbrida. Muitas casas de shows, por exemplo, estão descobrindo que, quando puderem fazer um espetáculo ao vivo, vão vender ingressos também pelo digital. Os espetáculos e shows poderão ser vistos pela internet", ressalta Rodrigo.

Segundo o professor da ESPM-SP, esse "modelo híbrido veio para ficar, da mesma maneira que o streaming audiovisual já vinha crescendo muito". Para ele, "a ida às salas de cinema vai ser cada vez mais específica, cada vez mais para cinéfilos, porque o streaming e as plataformas estão se multiplicando e, após a pandemia, vão se consolidar de uma vez por todas".
ANSA/Luciana Ribeiro
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