Selecionado com mais 17 participantes, o carioca, de 30 anos, mostrou desde quando chegou na casa do Big Brother Brasil, há 83 dias, que não seria somente mais uma participante na casa mais vigiada do país.
Com seu jeito extrovertido, o artista plástico foi conquistando seu espaço na casa, fazendo amigos e ganhando o coração do público.
Mas com a sua estratégia, sempre calculista e jogando todo tempo, Max teve que enfrentar a angústia dos paredões. O primeiro logo na segunda semana, dia 20 de janeiro, junto com Priscila e Michele. Voltou junto com Priscila e o destino quis que eles se enfrentassem no primeiro e no último paredão do programa.
Depois desse ainda vieram mais dois, sendo que o último deles antes da grande final, o mais decisivo e emocionante de todos o contra Ana Carolina. Mesmo depois de voltar dos três paredões, o artista plástico não mudou a estratégia e continuou sempre determinado a chegar à final.
Depois das tempestades, Max acreditou que iria para a final direto, já que vencia a última prova do líder, até vacilar, errar a última pergunta e deixar a liderança para a morena Priscila.
Inconformado com a mancada e consequentemente a ida para o pior dos paredões (com a Ana Carolina) e que poderia acarretar no final do jogo, Max chorou muito, mas não desistiu.
Voltou do último paredão para enfim vencer a sul matogrossense por um diferença mínima que não chegou a 0,24%, tendo recebido do público 34,85% dos votos para levar para casa o prêmio de R$ 1 milhão.