Ao saber que a filha está na delegacia acusada de cúmplice pelo sequestro, Sílvia corre até o local onde encontra pela primeira vez com Raul.
Pasma, Silvia escuta de Ramiro que se ela pensava que quem era o bandida da história era ele, imagine o homem que está na sua frente agora.
Pensando estar louca, a mãe de Júlia disse que aquilo não poderia ser verdade, pois ela mesma tínha visto o ex-marido morto na sala de casa. Ainda mais nervosa, Sílvia avança em Raul e ao saber que ele era amante da sua ex-amiga Yvone lhe dá um tapa e o chama de canalha.
Tentando se explicar, Raul justifica que o problema não era a esposa, nem a filha, mas o fato de nunca poder ter correspondido às expectativas. Fora de si, Sílvia discute com o ex-marido e afirma que se esse fosse o problema, porque não foi a um psiquiatra. Em seguida diz que tudo que armou acabou com sua vida e com a vida de sua família.
Com muita raiva, Sílvia segue dizendo que Raul é um cínico, egoísta e que se não tivesse sido pego estaria levando sua vida como se nada tivesse acontecido. Ao sair da sala, Sílvia vai ao encontro de Yvone e dá um tapa no rosto da psicopata e a chama de traíra e vigarista.