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Mitos e verdades sobre queijos: conheça mais sobre o assunto

Redação Bonde com Assessoria de Imprensa
30 out 2021 às 16:00
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Existem inúmeros mitos e verdades sobre os queijos. Por isso, a Tirolez, uma das principais marcas de laticínios do país, tira as principais dúvidas sobre os queijos e explica algumas curiosidades sobre o alimento tão querido no Brasil e no mundo, mas que ainda gera algumas dúvidas no consumo.

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Queijos fazem bem para a saúde?

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Sim, pois são ricos em proteínas, vitaminas e minerais como o cálcio, o potássio, o fósforo, o magnésio, o selênio e as vitaminas A e B2. Além disso, as gorduras presentes nos queijos são naturais do leite, formadas por ácidos graxos, com efeitos benéficos para a saúde.


O queijo ainda ajuda a acelerar o metabolismo e a reduzir o risco de obesidade. Possui mais cálcio que o próprio leite, que é a base para a fabricação dos queijos. Você sabia que para fazer 30 gramas de alimento são necessários, em média, 200 ml de leite? Por isso, o queijo possui maior concentração de nutrientes.


Quanto mais branco o queijo, melhor para a saúde?

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Isso é um mito, talvez pelo fato de o Queijo Minas Frescal ser bem leve e branco. Apresenta menor teor de gordura, pois tem mais umidade do que outros queijos, já que a água faz parte da sua composição. Outro ponto é que na fabricação de alguns queijos, como o Prato, é adicionado o corante natural de urucum, o que deixa o queijo com uma cor mais amarelada. Além disso, em alguns outros queijos, o processo de maturação também altera a cor, deixando-o mais amarelado.


Já o Gorgonzola é um exemplo de queijo que tem a base branca, porém, apresenta mais gordura que os queijos amarelos.


Queijo mofado está estragado ou faz mal?


Queijos mofados não fazem mal, portanto, é um mito. O mofo azul-esverdeado do Gorgonzola, faz parte do processo pelo qual o queijo passou. A presença de bolores é normal e faz parte da sua característica.


Entretanto, caso o queijo apresente um aspecto diferente, com coloração mais amarelada, o seu consumo não é recomendado, especialmente caso esteja fora da validade. É importante observar as informações de validade impressas na embalagem dos queijos, tanto fechados, como após aberto.


Além do gorgonzola, existem queijos de mofo branco, como o Brie e o Camembert. O mofo deles é diferente. O Penicillium camemberti é espirrado em volta do queijo, o que forma esta casca bem branquinha e aveludada, que é comestível.


Hábitos errados?


No Brasil, existe um hábito diferente em relação aos queijos que assustaria qualquer francês, pois no país se consome cinco vezes mais queijo do que o Brasil. É comum que algumas pessoas lavem os queijos, principalmente o Minas Frescal, que normalmente vem com líquido na embalagem. A lavagem, no entanto, não é recomendada.


É mito que congelamento estraga o queijo?


É possível deixar o queijo congelado no máximo por três meses, de preferência, em plásticos herméticos bem fechados. Porém, o congelamento pode mudar a textura do queijo. Ainda assim, você pode usá-lo na receita que desejar.


É importante não descongelar os queijos no micro-ondas! Ao usá-lo, é necessário tirá-lo do congelador e deixar na geladeira para descongelar.


Relação queijo e lactose


O segredo está no processo e na maturação que alguns queijos passam. Quanto maior o tempo de maturação, menor é a quantidade de lactose presente no queijo.


Os queijos mais maturados podem ter quantidades mínimas ou apenas traços de lactose. Isso ocorre, pois o processo de maturação dos queijos acaba degradando a lactose para formar os componentes usados para gerar energia.


Os queijos frescos, por sua vez, contêm maior quantidade de lactose. Isso acontece porque estão mais próximos da matéria-prima, o leite, como o Minas Frescal e o Cottage. Se você não quer se arriscar a consumir alimentos com lactose, existem produtos sem lactose.

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