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Dezembro laranja

Câncer de pele: dermatologista explica o que é e como prevenir

Redação Bonde com Assessoria de Imprensa
17 dez 2021 às 15:38
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Quando a estação mais quente do ano chega os cuidados com a pele devem ser redobrados, já que os raios solares podem deixar a pele mais sensível e ressecada, além de causar doenças mais graves na pele. Mas isso tem um motivo, é nesta época do ano que os raios UVA são mais intensos, o que faz com que os casos de doenças de pele como o câncer possam aumentar. O câncer de pele não melanoma é o mais frequente no Brasil, representa 27% de todos os cânceres e um terço de todos os tumores malignos registrados no país, segundo dados da SBD (Sociedade Brasileira de Dermatologia).

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Para estimular a população na prevenção e no diagnóstico do câncer de pele, o movimento de conscientização da doença, o “Dezembro Laranja”, que faz parte da Campanha Nacional de Prevenção à doença, visa conscientizar a população sobre  a importância de proteger a pele no verão.  “A Campanha Dezembro Laranja visa alertar sobre os riscos da doença,   que representa  177 mil novos casos da doença por ano, segundo pesquisa realizada pelo INCA (Instituto do Câncer)”, explica o Dr. Amilton Macedo, médico dermatologista que atua na área de medicina preventiva há mais de 28 anos e é responsável pela saúde da pele de nomes como Ana Hickmann, Izabel Goulart, Fiuk, Julia Konrad, entre outros. 

 

“A doença que é causada pelo excesso de exposição aos raios ultravioletas do sol e falta de cuidados com a proteção da pele, são frequentes em pessoas de pele clara, com baixa imunidade, acima dos 40 anos ou com histórico da doença na família. As pintas, manchas, eczemas e descamações da pele que são sinais recorrentes da doença podem aparecer em áreas do corpo que ficam mais expostas ao sol, como rosto, pescoço e orelhas”, alerta o especialista.

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Segundo o especialista, os tipos mais comuns de câncer de pele são o Carcinoma basocelular que corresponde a cerca de 70% dos casos ,  se manifestando por lesões peroladas, brilhantes ou escurecidas que crescem lentamente e sangram com facilidade, o Carcinoma espinocelular que representa mais ou menos 20% da doença,  apresentando lesões verrucosas ou feridas que não cicatrizam, gerando dores e sangramentos, e o câncer de pele melanoma que equivale a menos de 5% dos casos, no entanto é o mais grave, pois  pode provocar metástase rapidamente. O melanoma se inicia com pintas ou manchas escuras que crescem e mudam de cor e formato rapidamente

 

"Em cada caso de câncer de pele é necessário um tipo de tratamento, desde procedimentos cirúrgicos até a terapia fotodinâmica que se utiliza cremes fotossensíveis posteriores à aplicação de uma fonte de luz. Existem as opções criocirúrgicas que são o congelamento dos tumores menores por nitrogênio e a imunoterapia, no qual o próprio organismo elimina as células cancerígenas”, explica Amilton Macedo.

 

Segundo o dermatologista,  a prevenção é a melhor opção para evitar e detectar o câncer de pele cedo. “Utilize sempre protetor solar mesmo em dias nublados, o uso de bonés, chapéus, óculos de  sol  são essenciais, assim como evitar exposição solar entre 10h e 16h. Quem possui tatuagens  deve ter cuidados redobrados, pois as tintas escuras usadas  podem encobrir possíveis lesões precursoras do câncer de pele. Fique atento a sua pele e qualquer mancha ou sinal diferente,  procure seu dermatologista”, orienta Amilton  Macedo. 

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