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Gastos públicos

Londrina é a quarta cidade do Sul do País que mais investiu em saúde em 2021

Redação Bonde com assessoria
21 out 2022 às 15:01
- Divulgação/prefeitura de Arapongas
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Londrina foi o quarto município da Região Sul do país que mais investiu recursos em saúde no ano de 2021, o segundo marcado pela pandemia de Covid-19, aponta o anujáruio Multi Cidades - Finanças dos Municípios do Brasil. O documento é uma iniciativa da FNP (Frente Naciona de Prefeitos).


Londrina investou em 2021 R$ 840,1 milhões, montante que fica atrás apenas dos gastos em saúde de Curitiba (R$ 2,47 bilhões), capital do Paraná; a capital gaúcha Porto Alegre (R$ 1,96 bilhão) e a catarinense Joinville (R$ 871,6 milhões). 

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Complementam o ranking dos dez maiores gastos com saúde da região Sul os municípios de Caxias do Sul (RS), com R$ 672,7 milhões; Canoas (RS), que gastou R$ 628,3 milhões; Maringá (PR), com R$ 564,2 milhões; Itajaí (SC), com gasto de R$ 528,2 milhões; Blumenau (SC), com R$ 509,4 milhões; e a capital Florianópolis (SC), que gastou R$ 414,5 milhões em 2021.

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Mais gastos de recursos próprios

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Ainda enfrentando as consequências da pandemia, os municípios brasileiros seguiram a tendência de alta nos gastos com saúde em 2021: foram aplicados R$ 213,03 bilhões na área, valor 1,1% maior do que o registrado no ano anterior, em valores corrigidos pelo IPCA. A diferença, entretanto, é que no ano passado as administrações municipais não contaram com o auxílio financeiro da União na mesma proporção registrada em 2020, resultando em crescimento no aporte dos recursos próprios.


Através do Programa Federativo de Enfrentamento ao Coronavírus, em 2020, a União destinou R$ 23 bilhões aos municípios para enfrentamento à pandemia, sendo R$ 3 bilhões repassados exclusivamente para serem utilizados em ações de saúde e assistência social. Houve também um montante de R$ 11,3 bilhões, repassados posteriormente através da Portaria 1.666, de 1º de julho de 2020.   


Ainda em 2020, segundo informações do Fundo Nacional de Saúde, os municípios receberam, via Fundo a Fundo, R$ 23,16 bilhões, a preços correntes, encaminhados para a mitigação da crise sanitária, além das verbas de aplicação livre. Naquele ano, foi possível observar, com base em dados do Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde (Siops), que o acréscimo na despesa com saúde dos entes locais realizada com recursos próprios alcançou R$ 5,13 bilhões.


No segundo ano da pandemia, em 2021, a União enviou R$ 10,13 bilhões aos municípios para o combate ao coronavírus, via Fundo a Fundo, enquanto as alocações com recursos próprios dos entes locais foram incrementadas em R$ 19,77 bilhões, também a preços correntes.

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