Jack Jordan, de 37 anos, que possui antecedentes de doenças mentais, foi condenado nesta segunda-feira (2), em Nova York, a três anos de liberdade condicional por perseguir a atriz americana Uma Thurman.
Jordan, considerado culpado no mês passado de assédio agravado, recebeu a sentença de um juiz federal de Manhattan, que concordou em poupá-lo da cadeia, caso se submeta a um tratamento psiquiátrico e se abstenha de qualquer contato com a atriz, durante um período de cinco anos.
A promotoria havia pedido um ano de prisão para Jordan por perseguir e aterrorizar a heroína de "Pulp fiction - tempo de violência" e "Kill Bill", de 38 anos, mas o juiz Gregory Carro optou por libertá-lo, se cumprir essas condições.
Durante o julgamento, Jordan alegou que teve visões, segundo as quais estava destinado a se encontrar com Uma e viver com ela e seus dois filhos. Testemunhas relataram que ele ameaçou se matar, se não pudesse ver a estrela.
Em novembro de 2005, Jordan foi a um local de filmagem em Manhattan, onde Thurman estava, e tentou entrar em seu camarim, deixando um bilhete debaixo da porta, no qual dizia "Minhas mãos deveriam estar sempre sobre seu corpo", contou a atriz no tribunal.
Jordan disse também que seu amor pela atriz, ex-mulher dos atores Gary Oldman (1990-1992) e Ethan Hawke (1998-2004), este último pai de seus dois filhos, começou a partir do filme "As aventuras do Barão Munchausen", lançado em 1989.