A morte da princesa Diana e seu namorado Dodi al-Fayed, em agosto de 1997, em um túnel de Paris, foi resultado de um "homicídio por negligência" dos motoristas do veículo em que viajavam e dos carros que os perseguiam, determinou nesta segunda-feira (07) o júri reunido em Londres.
Ao término de uma na investigação judicial no Alto Tribunal de Londres, as seis mulheres e os cinco homens membros do júri decidiram por unanimidade que a morte da princesa e seu namorado foi "homicídio por negligência" do motorista da Mercedes em que viajavam e dos veículos dos paparazzi que perseguiam o casal.
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O júri, que ouviu cerca de 250 testemunhas, afirmou que Paul havia consumido álcool e conduzia rápido demais, o que foi um fator que contribuiu para o acidente. Acrescentaram que o fato de que nem Diana nem Dodi tenham colocado os cintos de segurança também contribuiu para a sua morte.
O juiz havia descartado as teorias do pai de Dodi, Mohammed al-Fayed, principalmente a de que "Diana foi assassinada pelos serviços secretos por ordem do duque de Edimburgo", e deu ao júri cinco opções de veredicto, nenhuma das quais incluía qualquer sugestão de que o casal tenha sido vítima de uma conspiração.