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Sede perfeitos

18 nov 2012 às 05:54
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"Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral, e pelos esforços que faz para dominar suas más inclinações".
Allan Kardec

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Quem abrir o capítulo XII de O Evangelho Segundo Espiritismo se deperará com ensinamentos valiosos para a nossa construção como pessoa e espírito em evolução que somos. O desafio está em ler preciosas orientações e colocá-las em prática. Quando você leu o título do post de hoje - Sede Perfeitos - deve ter pensado: que pretensiosa essa jornalista em falar sobre tal assunto com a audácia de quem já é um ser a caminho da perfeição. Pois então eu te garanto que os escritos aqui servem muito mais para mim do que para qualquer outro leitor. E assim, cheia de defeitos e não diferente do que mais ninguém chego até a arriscar que os espíritas sejam criaturas com débitos ainda maiores e que os desafios para ele tende a ser ainda mais intenso.

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E assim resgato desse capítulo o trecho em que Kardec nos lembra que o Espiritsmo não cria uma nova moral, mas facilita aos homens a criação e a prática da moral do Cristo, ao dar uma fé sólida e esclarecedora aos que duvidam ou vacilam. É por isso que espíritos esclarecedores nos lembram tanto de nossos deveres. O espírito de Lázaro, em 1863 já dizia que o homem deve amar o dever, não porque ele o preserve dos males da vida, aos quais a humanidade não pode substrair-se, mas porque ele transmite à alma o vigor necessário ao seu desenvolvimento.


Temos o dever de buscar nos melhorarmos, seja em quaisquer que seja o aspecto da vida: profissional, pessoal, familiar, etc. Os problemas e as contrariedades surgem em nosso caminho estrategicamente imposta pela misericórdia Divina para que possamos exercitar atributos que nos fortalecerão para conseguir chegar cada vez mais perto de nossos objetivos: evoluir intelectualmente, mas principalmente moralmente.


É assim quanso alguém nos magoa, quando nos entristecemos pela perda de alguém, como as coisas não saem como desejávamos. Mas também o é quando tudo na vida resolve transcorrer maravilhosamente bem e aí está a dificuldade em se enxergar os deveres. Em momentos como esses, precisamos deixar de lado a inércia e nos colocarmos a disposição da espiritualidade para o trabalho, seja ele como for.

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E que não nos assustemos e nem nos enganemos: o dever é algo bom de ser praticado. Ele nos enobrece, nos ajuda a evoluir, nos pertmite consciência tranquila, apazigua nosso coração, transmite para para quem o pratica e eleva nossas mentes para a formatação de um hálito mental saudável e vigoroso.

Que não só hoje, mas especialmente hoje, você possa refletir sobre a quantas anda sua vida e por quanto tempo o dever tem se tornado um fardo na sua existência. Podemos mudar o foco da tragetória de nossa vida quando persarmos na possibilidade de nos tornarmos perfeitos. Jesus é um modelo e guia que está aí para nos oferecer as melhores dicas. Resta a nós sabermos ouví-lo, de alma e coração, colocando-nos s disposição para angariarmos um passinho a mais nessa busca pela transformação moral que nos levará junto Dele.


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