Pesquisar

Canais

Serviços

Publicidade
Relações Públicas

Alunos da UEL negam ter praticado trote violento

Loriane Comeli - Redação Bonde
16 jun 2009 às 12:24
siga o Bonde no Google News!
Publicidade
Publicidade

Acadêmicos do 2º ano de Relações Públicas da Universidade Estadual de Londrina (UEL) garantiram que não aplicaram trote violento aos calouros, no início deste ano letivo, ao contrário do que concluiu uma comissão de sindicância para apurar denúncia feita por uma estudante.

"Foi uma brincadeira e participou dela apenas quem quis; ninguém foi obrigado", afirmou Alana Nogueira Volpato, 20 anos, aluna do 2º ano noturno. "E tivemos o cuidado de comprar tinta guache, anti-alérgica e atóxica".

Cadastre-se em nossa newsletter

Publicidade
Publicidade


A aluna denunciante afirmou que sofreu uma crise alérgica depois de ter o rosto pintado pelos veteranos, segundo afirmou ao Bonde em 9 de junho a professora de Design, Cristianne Cordeiro Nascimento, que presidiu a comissão de sindicância.

Leia mais:

Imagem de destaque
Saiba mais

Bacia do Tibagi sofre com efeitos climáticos, diz pesquisadora da UEL

Imagem de destaque
Estreia

'Boteco da Carol Romanini', em Londrina, une jornalismo e entretenimento em podcast

Imagem de destaque
Estruturas estão precárias

Prefeitura de Londrina não tem data certa para reformar pontes do Igapó

Imagem de destaque
Ajude como puder!

Corpo de Bombeiros de Maringá precisa de voluntários para organizar doações feitas para o RS


A comissão sugeriu que seis alunos de Relações Públicas respondessem processo administrativo disciplinar por terem praticado o trote violento, o que foi acatado pela reitoria da UEL. "Concluímos que houve humilhação dos 'calouros' e que também houve risco à saúde, uma vez que foram pintados com tinta e uma aluna era alérgica", afirmou a professora àquela ocasião.

Publicidade


Alana Volpato disse não ter afirmado à comissão que achava o trote normal. "Falei que sempre aconteceu e que a universidade deveria esclarecer a proibição, tornar público, fazendo uma cartilha, por exemplo", defendeu-se. "Para nós faltou muita instrução".


No entanto, posteriormente, Alana admitiu saber que o trote era proibido. "Mas o que sabíamos é que o trote violento era proibido; o que fizemos foi uma brincadeira", garantiu. "Estamos todos com medo de ser expulsos por uma brincadeira da qual participou quem quis. Tenho certeza que não humilhei ninguém".

Publicidade


A estudante disse que logo após saber que alguém havia denunciado a turma em razão do trote, o grupo de cerca de cinco pessoas que fez a "brincadeira" foi à sala dos calouros para se desculpar. "Dissemos que não queríamos ter ofendido ninguém e pedimos desculpas".


Na comissão de sindicância do curso de Relações Públicas, cerca de 12 pessoas foram ouvidas. O processo disciplinar pode ensejar advertência, suspensão e expulsão da universidade.

Publicidade


Outras investigações sobre trotes violentos estão sendo feitas na UEL, incluindo os cursos de Agronomia, Psicologia, Direito, Medicina Veterinária e Agronomia, este considerado o mais violento já que os "veteranos" pisaram sobre os "calouros", cena que foi gravada por emissoras de televisão.


Notícia relacionada:

Alunos que praticaram trote vão responder processo


Publicidade

Últimas notícias

Publicidade