Pesquisar

Canais

Serviços

Gustavo Carneiro/Grupo FOLHA
Continua depois da publicidade
Continua depois da publicidade
Média acima do Paraná

Pesquisa aponta que 73% dos comerciantes de Londrina precisaram fechar seus negócios na pandemia

Mie Francine Chiba/ Grupo Folha
30 set 2021 às 16:45
Continua depois da publicidade

Uma pesquisa realizada pela Faciap (Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado do Paraná) e pela Acil (Associação Comercial e Industrial de Londrina) mostra que 62% dos empresários entrevistados pretende ampliar o negócio. Realizada entre 23 de agosto e 8 de setembro, o levantamento ouviu 386 comerciantes de todo o Estado. O objetivo foi entender e mensurar os principais impactos da pandemia, além de identificar o possível cenário para o pós-pandemia e as estratégias para a retomada.

Continua depois da publicidade
PUBLICIDADE


O estudo revelou que, antes da pandemia, 67,10% dos pesquisados tinha planos de investimento, mas somente 31,61% expandiram durante esse período. Outros 42,49% responderam que descontinuaram os planos e ainda não os retomaram. Em Londrina, 73,33% tinham planos, 26,67% expandiram e 55,56% descontinuaram e não retomaram.

Continua depois da publicidade


Para ampliar os seus negócios, 29% disseram que vão aumentar o estoque ou o leque de serviços; 22% pretendem reformar estruturas e abrir nova unidade e 11% pretendem ampliar o número de funcionários.


Mas para colocar as ações em prática, eles dizem que é necessário medidas como linhas de crédito facilitadas (43%), reduções ou parcelamentos de impostos (37%) e revisão das regras de distanciamento social (36%).

Continua depois da publicidade


FATURAMENTO

Devido ao lockdown decretado no Estado, 65,28% dos respondentes precisaram fechar seus negócios e não faturaram nesse período. Em Londrina, o percentual foi de 73,33%. 


A maior parte dos entrevistados teve queda no faturamento, e diz que este é menor que antes da pandemia (44,30%). Em Londrina, a maioria (42,22%) disse que teve queda, mas se recuperou e agora se encontra em situação estável.


Leia mais na Folha de Londrina

Continue lendo