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Falta de dinheiro

Pais são coniventes com exploração sexual no Paraná

Simone Albieri - Redação Bonde
24 jun 2009 às 17:07
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A falta de dinheiro seria o mais forte argumento para que alguns pais não impeçam crianças e adolescentes de serem vítimas de exploração sexual no Paraná. Segundo reporta a Gazeta do Povo, o problema é acentuado em Foz do Iguaçu e no litoral.

Talvez por se tratar de um lugar turístico, onde o fluxo de dinheiro gasto com entretenimento e vida noturna é significativo, Foz é um dos municípios do Estado com maior índice de exploração sexual. As adolescentes se submetem à exploração nas ruas e em casas de massagem. A reportagem informa que algumas delas chegam a ser levadas a municípios paraguaios, onde acabam escravizadas em boates.

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A chefe da Divisão de Proteção Especial da Secretaria de Assistência Social de Foz do Iguaçu, Fátima Dalmagro, explica que são feitas rondas noturnas para inibir a prática, mas as meninas sempre voltam à rua.

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Existem inúmeros fatores que levam uma adolescente a cair na rede de exploração, mas, os principais são histórico de abuso sexual dentro da própria família e a existência de conflitos em casa. "O dinheiro ganho pelas meninas, às vezes, é compartilhado com os pais e também utilizado para comprar drogas, roupas caras e frequentar o salão de beleza", enfoca o veículo.

Na cidade de Ponta Grossa, por exemplo, campanhas são promovidas com o objetivo de incentivar as denúncias contra a exploração sexual infanto-juvenil. E em Foz, o Centro de Referência Especializado em Assistência Social (Creas) do município atende hoje várias adolescentes em situação de exploração sexual. Elas recebem tratamento psicológico, social e são encaminhadas à escola.


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