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Em Quedas do Iguaçu

População pode entrar em confronto com MST em invasão

Redação - Bonde
15 jul 2003 às 11:15
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Em entrevista à rádio CBN, o prefeito de Quedas do Iguaçu, Vitório Reggio (PSDB), disse que a população da cidade quer a saída dos sem-terra que ocupam desde sábado a Fazenda Araupel.

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Nesta segunda-feira, os moradores fizeram um protesto em apoio à empresa e contra os sem-terra. Em assembléia, eles votaram por entrar em confronto com os invasores caso o governo estadual não os retire da área. 300 policiais passaram a noite de segunda próximos ao local para evitar o confronto.

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A preocupação dos moradores se deve ao fato de que 75% da economia de Quedas do Iguaçu (165 km a leste de Cascavel) depende da empresa Araupel, segundo estimativa do prefeito Vitório Reggio. 1.500 habitantes da cidade são empregados da empresa.


O prefeito quer que o governador Roberto Requião cumpra a determinação de reintegração de posse concedida na segunda-feira pela Justiça. Os advogados da empresa também cobram uma promessa do procurador-geral do Estado, Sérgio Botto de Lacerda, que disse que a segurança na região seria garantida.


Uma reunião entre o Incra e diretores da empresa Araupel pode acontecer ainda na tarde desta terça-feira. A assessoria da secretaria da Segurança informou que o secretário Luiz Fernando Delazari estuda uma solução para o problema juntamente com o governador Roberto Requião.

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Com a invasão da fazenda pelos integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), a área se transformou no maior acampamento do Paraná.


Na manhã desta terça, mais de 2 mil sem-terra ocupam a área. Cerca de 800 integrantes do movimento já ocupavam uma área de 5,2 mil hectares da fazenda desde 1999.

Por conta disso, há duas semanas o Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou intervenção federal no Paraná, já que o Estado não cumpriu uma ordem de reintegração de posse para a Araupel, ainda em 1999.


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