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Luiz Rossi (fundos) observa o secretário Luiz Fernando Delazari durante coletiva. - João Mário Goes/Equipe Folha
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Caso Amanda Rossi

Polícia desmembra investigação e corre atrás do mandante

Redação Bonde
31 dez 1969 às 21:33
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O secretário de Segurança Pública do Paraná, Luiz Fernando Delazari, concedeu entrevista coletiva na tarde desta quarta-feira (18), na sede da 10ª Subdivisão Policial em Londrina, sobre a morte da estudante Amanda Rossi. A Polícia Civil finalizou o inquérito e o Ministério Público do Paraná já ofereceu denúncia contra os acusados Luiz Vieira da Rocha (34), Alan Aparecido Henrique (29) e Dayane de Azevedo (24). "Eles serão processados pela prática do crime de homicídio", destacou Delazari.

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Amanda Rossi (22) foi morta em outubro de 2007, quando participava de evento artístico na sede da Unopar, no Jardim Piza (sul). A jovem foi estrangulada até a morte. Dayane confessou a participação no assassinato e teria feito a reconstituição do crime com a Polícia. "A reconstituição foi fundamental. Teve riqueza de detalhes e muita emoção", detalhou Delazari. Foi Dayane quem atraiu Amanda até a casa de máquinas e deu um golpe na cabeça da estudante. Alan foi o responsável pelo estrangulamento enquanto Luiz fez a cobertura do lado de fora do local do homicídio.

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Quanto ao mandante do crime, o secretário disse que a investigação foi desmembrada e que estará concluída em breve. "O mandante ainda não foi preso por falta de alguns elementos que comprovem sua participação no crime. Existem vários indícios de que a pessoa - que já estaria identificada - tenha participado. Num curto espaço de tempo a investigação será finalizada por completo". Segundo depoimentos colhidos pela própria polícia, os autores teriam recebido uma quantia de R$ 3 mil de uma suposta professora da Unopar pela execução.


Família Rossi


O pai de Amanda, Luiz Rossi, participou da coletiva de imprensa e demonstrou estar muito emocionado.

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Ao término dos trabalhos, ele cobrou pena máxima dos assassinos de sua filha. "A Amanda faz uma falta terrível na nossa vida. Eles acabaram com nossa família. Eu quero a pena máxima para esses povo. Vou fazer de tudo para condenar esse povo a pelo menos 30 anos de cadeia", disse.


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