25/10/20
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Áreas externas: veja dicas e inspirações para iluminar na primavera

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Com a vinda dos dias agradáveis da Primavera, chegou a hora de apreciar a brisa suave nas áreas externas da residência, como jardins, quintais, varandas e terraços. Esses espaços são propícios para o cultivo de plantas e flores, além da criação de pequenos refúgios para se desconectar do mundo. A Yamamura aproveita a chegada da nova estação para trazer inspirações e cuidados na hora de iluminar esses ambientes.


Peças de iluminação para Áreas Externas

Entre as peças mais indicadas estão o balizador, o embutido de solo, o projetor, o espeto, o cordão de luz, a arandela e o poste. Eles estão disponíveis em diversos formatos, efeitos e intensidades. Os balizadores e os embutidos de solo são usados para iluminar caminhos e, consequentemente, contribuir com a segurança. Já os espetos e projetores conseguem valorizar a beleza das vegetações.

Os cordões de luz dão um toque intimista ao espaço, enquanto as arandelas e fitas de led trazem efeitos únicos, que exploram a luz como complemento do projeto de arquitetura. Por fim, os postes e projetores, além de serem ótimos para gramados vastos, também iluminam árvores e palmeiras. Pendentes e plafons podem ser usados, desde que tenham especificação para área externa (conferir na ficha técnica).


Indicações para cada ambiente:

Para jardins, algumas opções interessantes são espetos, projetores, embutidos de solo, balizadores, além de postes. Já, para iluminar quintais menores, a recomendação é por espetos e embutidos de solo. No caso de varandas cobertas, balizadores, arandelas e pendentes são boas pedidas, já em varandas sem coberturas e terraços, esses mesmos tipos de produtos precisam ter em sua especificação, o índice de proteção (IP) indicado para áreas descobertas.

Em caso de áreas maiores, como gramados, por exemplo, os balizadores e postes são excelentes. Já para locais amplos, como campos com árvores, principalmente de grande porte, são recomendados os projetores com maior intensidade de luz. Ao falar em intensidade recomendada, isso irá variar conforme o porte da vegetação e o tamanho do espaço. Quanto aos efeitos das peças, elas podem ter foco fechado, aberto, ou ainda efeito linear, que traz um ar leve e harmônico.

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Temperatura de cor

Para a iluminação próxima de plantas e vegetações, tanto para áreas externas ou internas, a temperatura de cor branco quente (2700K a 3000K) é uma boa pedida, em razão do tom mais amarelado, para que o espaço receba um ar mais aconchegante. Outra opção é o branco neutro (até 4000K), temperatura bem próxima à iluminação natural. Recomenda-se manter uma distância razoável entre plantas e peças de iluminação, sempre considerando a área a ser iluminada, o foco e o efeito de luz.


Índice de Proteção

Como se tratam de áreas mais vulneráveis às intempéries, vale investir em peças com grau de proteção superior a IP65, o que garante maior resistência à chuva, ao sol e outros fenômenos. Sendo assim, quando o produto possui IP65 significa que é resistente à prova de poeira e a respingos d’água, enquanto que aqueles que possuem IP67 possuem resistência à poeira e a imersão temporária do produto na água. Portanto, não deixe de conferir todas as informações técnicas do produto.


Valorização do Paisagismo

É muito importante a unificação da luminotécnica com o paisagismo nas áreas externas. Há uma série de técnicas de iluminação para vegetações que podem ser aplicadas para valorizar ainda mais os espaços, nas quais a luz pode ser posicionada em diversas direções, criando diferentes efeitos.

A luz no paisagismo não requer, necessariamente, que a iluminação incida na vegetação por completo, mas deve-se buscar a valorização das partes que merecem destaque. Por isso, pense primeiro o que você deseja para o seu cantinho verde para depois aplicar as técnicas recomendadas. A Uplighting, por exemplo, é quando a luz vem de baixo para cima. Esse método consiste na distribuição dos pontos de luz no nível do solo (com o uso de embutidos, espetos e/ou refletores), direcionando-os para as copas das árvores. No Downlighting acontece o contrário, de cima para baixo. É ideal para quem busca um efeito mais natural usando postes e refletores instalados a um nível acima da vegetação. Há ainda, entre outras soluções, a Backlighting, com o objetivo de valorizar a silhueta de vegetações mais altas, como árvores e palmeiras. Nela, a luminária (representada usualmente pelos refletores) é aplicada por trás da estrutura da planta.


E para as plantas dentro de casa?

Como a primavera também acontece dentro dos lares, é imprescindível cuidar da iluminação que fica próxima às espécies. Dessa forma, durante o dia, deixe as plantas mais próximas das janelas ou áreas abertas, para que elas cresçam saudáveis, desde que respeitadas às particularidades de água e luz de cada uma.

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Para a noite, quando falamos sobre luzes artificiais, a tecnologia LED é uma grande aliada, pois além de mais econômica e sustentável, não emite calor, que não permite que pétalas e folhas sejam queimadas com os fachos de luz.
Redação Bonde com Assessoria de Imprensa
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