Pesquisar

Canais

Serviços

Publicidade
Publicidade
Publicidade
Prepare o bolso

Conta de energia elétrica volta a ter taxa extra depois de mais de dois anos

Nicola Pamplona - Folhapress
29 jun 2024 às 12:04
- Pexels/Divulgação
siga o Bonde no Google News!
Publicidade
Publicidade

Depois de mais de dois anos sem taxa extra na conta de luz, o brasileiro terá que pagar em julho R$ 1,88 por cada 100 kWh (quilowatt-hora) consumidos para sustentar o acionamento de usinas térmicas, mais caras do que as renováveis.


É a primeira vez, desde abril de 2022, que a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) implanta a bandeira amarela sobre a tarifa. Em todo esse período, o elevado volume de chuvas e o crescimento da geração renovável mantiveram a conta sem taxas extras.

Cadastre-se em nossa newsletter

Publicidade
Publicidade


Em nota, a Aneel diz que a decisão responde à previsão de chuvas abaixo da média até o fim do ano e à expectativa de consumo acima do normal no inverno, que terá temperaturas superiores à média histórica. Assim, espera-se um acionamento maior de usinas térmicas no período.

Leia mais:

Imagem de destaque
Luxo

Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbank colocam mansão à venda por R$ 25 milhões

Imagem de destaque
Entenda

Governo Lula quer frear a compra de imóveis usados pelo Minha Casa, Minha Vida

Imagem de destaque
Sabia?

Abaixo-assinado não tem poder legal para tirar locatário de imóvel; entenda

Imagem de destaque
Análise

Mercado imobiliário fala em disparada dos preços de imóveis, terreno e aluguel após reforma tributária


O sistema de bandeiras tem quatro diferentes níveis. A verde representa que o sistema está ajustado e não cobra taxa extra na conta de luz. As outras têm valores diferentes para cada 100 kWh consumidos: a amarela, R$ 1,885; a vermelha patamar 1, R$ 4,465; e a vermelha patamar 2, R$ 7,877.

Publicidade


Os valores são revistos a cada ano. Em 2024, a Aneel aprovou reduções entre 20% e 37%. Em nota, disse que os cortes foram aprovados "devido ao cenário hidrológico favorável, à grande oferta de energia renovável no país e aos alívios verificados no preço dos combustíveis fósseis no mercado internacional".


Agora, afirma em nota que as projeções de chuva e demanda já vêm impactando o preço da energia no mercado atacadista, chamado PLD (preço de liquidação das diferenças) e o risco hidrológico das hidrelétricas, que podem gerar menos do que os valores contratados. "Com o sistema de bandeiras, o consumidor consegue fazer escolhas de consumo que contribuem para reduzir os custos de operação do sistema, reduzindo a necessidade de acionar termelétricas", diz a Aneel.


LEIA MAIS NA FOLHA DE LONDRINA.


Imagem
Conta de luz volta a ter taxa extra depois de mais de dois anos
Aneel reativa bandeira amarela na conta de luz, cobrando R$1,88 a cada 100 kWh devido à previsão de chuvas abaixo da média e alta demanda no inverno.
Imagem
Parecer de conselho sugere retirada de proibição de bares na rua Paranaguá, em Londrina
Em meio à discussão do novo Código de Posturas (PL 235/23), a polêmica envolvendo o funcionamento de bares na rua Paranaguá ganhou mais um capítulo
Publicidade

Últimas notícias

Publicidade