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Brasil perto da África do Sul

31 dez 1969 às 21:33

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Após muita turbulência, bastou chegar ao momento mais favorável da tabela das Eliminatórias para que a Seleção Brasileira ganhasse bom fôlego para garantir sua vaga na Copa do Mundo de 2010. E se vencer a Colômbia no Maracanã, chegando à segunda vitória consecutiva - algo inédito nesta edição do torneio -, ficará em posição tão tranqüila que só mesmo um desastre nas últimas oito rodadas deixará o país pela primeira vez fora do Mundial. Isto porque o Uruguai apenas empatou com a Bolívia e Chile e Argentina se enfrentam. Folgado mesmo está o Paraguai, líder absoluto do classificatório.

Na goleada sobre a Venezuela, Kaká mostrou que é indispensável à equipe, comandando a boa exibição de quase todo o time. Outros destaques individuais foram Júlio César, que impediu o adversário de abrir o marcador, e Robinho, que marcou duas vezes - com direito a um golaço de longa distância. Mas, se vai bem diante de equipes que jogam mais abertas, ainda falta ao time provar que pode fazer o mesmo contra adversários retrancados. E é nestas horas que o parco conhecimento de Dunga como treinador faz bastante falta.

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A outra Seleção


No Futsal, o Brasil segue bem na caminhada rumo à recuperação do título mundial perdido há duas edições do campeonato - ambas vencidas pela Espanha. Mesmo reservando o show para alguns momentos esporádicos, especialmente nos pés de Falcão, a equipe brasileira chegou com grande tranqüilidade À fase semifinal e agora decide seu futuro contra a Rússia. E deve ter o cuidado de não se iludir com a vitória de 7 a 0 sobre o mesmo adversário na 1ª fase. No outro lado da chave, Espanha e Itália farão um clássico europeu dos mais interessantes, com direito a 17 brasileiros em quadra (14 jogando pela Azzura e três pela Fúria), na repetição da decisão do último Mundial. Aliás, quatro equipes que seguem na luta são as mesmas que chegaram às finais quatro anos atrás. História que quase mudou graças à surpreendente campanha do Irã, que perdeu vaga para os italianos a 50 segundo do final da partida entre as duas equipes.


Erros e mais erros


Lewis Hamilton prometeu pensar no campeonato, Felipe Massa pediu um basta aos erros da Ferrari, mas os dois cometeram vários erros de cálculo no GP do Japão. O inglês já bobeou na largada, buscou a recuperação na primeira freada, quando errou novamente e quase bateu nos finlandeses Raikkonen e Kovalainen e, não satisfeito, errou novamente na terceira curva. O brasileiro errou na tomada de uma chicane, permitiu ultrapassagem de Hamilton, e acabou batendo no rival para tentar recuperar a posição. Depois, ainda esbarrou em Sebastian Bourdais, que saía dos boxes e tinha a preferência na tomada de curva.


Erros em série que permitiram a Fernando Alonso mais uma vitória soberba, sabendo aproveitar como ninguém a situação favorável para dominar a prova do início ao fim. Segunda vitória seguida do espanhol que prova a cada dia o porque de ter sido bicampeão do mundo. Escoltado por Nelsinho Piquet, que voltou a correr bem e garantiu um bom quarto lugar que ajudará na hora de tentar renovar seu contrato com a Renault.


Mas, quem mais errou na prova foram os comissários, que puniram de maneira equivocada Hamilton, Massa e Bourdais, interferindo diretamente no resultado final da prova. Assim, animaram de forma artificial a competição, principalmente ao punir o francês e garantir um ponto a mais para o ferrarista, que assim vai para as duas provas finais com apenas cinco pontos de desvantagem para o inglês. A corrida na China, no domingo, vai pegar fogo.


Nota 10


Para Kaká, que voltou à Seleção com um belo gol e comandando o time, até então não mais do que um amontoado de jogadores.


Nota 0

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Para as decisões dos comissários de prova da FIA, que de tanto interferir nos resultados podem decidir o campeonato da F-1 a favor de Hamilton ou Massa.


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