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Melhor aos trinta

21 mai 2003 às 10:18
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Daqui poucos meses eu entro na casa do 30 anos. Se tem algo que sempre prometi a mim mesma é de que chegaria aos 30 melhor do que estive aos 15, 20 ou 25 anos. Esta promessa eu não fiz agora, mas anos atrás, quando algumas mulheres balzaquinas se tornaram estrelas no show-business, mostrando que envelhecer é ficar mais bonita. Mulheres como Madonna, Sharon Stone, Demi Moore e tantas outras que chegaram aos 30 mais magras e mais desejadas.

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Infelizmente, agora que elas completam 40 e poucos anos, vemos que a beleza não veio acompanhada, no entanto, de mais saúde. Ficamos sabendo que elas mudaram a aparência externa à base de muito remédio e algumas cirurgias plásticas. Não sei o que você pensa a respeito, mas não consigo entender como a humanidade pôde, em apenas algumas décadas, passar da paúra ao desejo premente por uma cama de cirurgia.

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Como eu não compartilho deste gosto generalizado por cirurgias, tive que buscar alternativas para estar melhor. Estar melhor significando, necessariamente, emagrecer e estar mais saudável. Ou seja: ficar bonita por dentro e por fora.


Nesta busca, em que contei com o auxílio de meus Mestres Shri Kamala Devi e Shri Vyaghra Yogi, descobri o caminho do auto-conhecimento e optei por viver de forma mais natural, passando a ir na contramão da história – que vende cada vez mais o artificial a tudo e a todos. Virei uma ovelha negra, mas e daí? Definitivamente, a mão contrária leva direto ao caminho da minha saúde, do meu bem-estar. E é isto que pretendo compartilhar com você nesta nova coluna.


E compartilharemos de forma tranqüila. Tudo ao seu tempo. Que a Natureza tem o seu tempo, não tem? Georg Feuerstein diz que o uso da energia elétrica para iluminação e aquecimento nos afastou do ritmo normal da Natureza, que cíclico. Começamos a olhar tudo sob o ponto de vista da linearidade temporal e passamos a viver à caça de tempo.

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Não que devamos voltar a viver em cavernas. Longe disso. Vivemos no aqui e agora e devemos aprender a lidar com o que há de bom e de ruim no presente. Não se trata de elogiar nem o passado, nem o futuro. Mas quando mais e mais pessoas se prostram na cama de tanto cansaço, stress e desânimo, não têm vontade de trabalhar ou de amar e caem em depressão, alguma coisa deve estar errada no modo como vivemos. E nem mesmo todo o arsenal médico, psiquiátrico e até mesmo religioso da atualidade tem se mostrado suficiente para resgatar a paz e alegria interiores.


Que esta coluna possa, modestamente, ajudar a trazer mais qualidade à sua vida. Viver bem não é algo que eu possa fazer por você. Você tem que fazer por si próprio. Pessoas que vivem muito melhor do que eu me ensinaram isso quando eu achava que bastaria ouvi-las para ser como elas. Mas elas apenas apontaram o caminho. Eu é que tive de tomar a decisão de trilhá-lo.


Uma vez na trilha – que ainda tenho muito a aprender -, ninguém precisou ficar me convencendo disso ou daquilo. É que o auto-conhecimento ainda tem esta vantagem: você mesmo comprova se algo lhe faz bem ou não. E a experiência direta é infinitamente mais convincente e poderosa que quaisquer argumentos.


Então, até o próximo artigo!


Com carinho,

Nitya


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