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REPENSANDO A VIDA

26 out 2006 às 11:00
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Algumas pessoas que recebem um transplante de córnea e voltam a enxergar passam por um processo de adaptação. Elas precisam reaprender a perceber as novas sensações, identificar as tonalidades de cor, apurar o sentido de profundidade, lateralidade, enfim, reaprender a enxergar.
É o que acontece muitas vezes com uma pessoa que, por muito tempo, sofreu com a disfunção erétil. Até pela frustração que esse problema causa, as pessoas que sofrem com essa doença vão colocando os desejos sexuais numa espécie de cofre. Hoje existem vários tratamentos para solucionar o problema da disfunção erétil. Primeiro de tudo, é preciso determinar a causa ou as causas. Hoje sabemos, dependendo da faixa etária, que a maioria é de ordem física e não psicológica. Os exames disponíveis envolvem a mais avançada tecnologia, desde exames de sangue e raio-X até procedimentos mais elaborados, como o Doppler, para quantificar o fluxo arterial; o TPN, que é o monitoramento da tumescência peniana noturna; estudos neurofisiológicos; cavernosograma; cavernosometria e demais.
Quanto aos tratamentos, podem ser clínicos, através da prescrição de medicamentos; psicossexuais, via terapias de casal ou individual breve; cirúrgicos, como cirurgia arterial, cirurgia venosa, inclusão de próteses maleáveis, de próteses infláveis ou de procedimentos cirúrgicos combinados. Cada caso é um caso.
Mas para todos há solução. Hoje não há mais razão para que o homem deixe de ter uma vida sexual plena, ativa e gratificante, afastando o fantasma da impotência definitivamente. Mas o que temos percebido é que muitos homens, mesmo não tendo mais problemas orgânicos para ter uma vida sexual saudável, continuam guardando no cofre seus desejos sexuais e demoram a entender que ele pode e deve desfrutar a nova situação. São pessoas que precisam reaprender a perceber as sensações.

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