15/05/21
Bom senso

Namorar não é barato, mas é possível economizar!

Livro dá dicas importantes para casais que queiram exercitar a inteligência financeira e mostra que é possível rimar amor com economia

Os passeios, jantares românticos, viagens a dois e presentes caros fazem parte do imaginário e do cotidiano dos namorados. Encantamento sempre faz bem, mas... pode provocar rombos no orçamento dos apaixonados. Mas é possível rimar amor com economia? Com dicas simples e exequíveis, os jornalistas Marília Cardoso e Luciano Gissi Fonseca, autores do livro "Você sabe lidar com o seu dinheiro? Da infância à velhice", da Primavera Editorial, afirmam que sim e mostram como economizar com a administração correta das finanças.

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Ao fazer uma conta simples, deixando à parte a sensação de euforia e os batimentos cardíacos acelerados, rapidamente percebemos que namorar não é barato. As idas ao cinema e ao teatro; os jantares românticos; as viagens a dois; os presentes em datas especiais – e em outras não tão significativas – podem causar um rombo no orçamento dos apaixonados. Mas, será que é possível equilibrar finanças pessoais e namoro? Amor e economia são conciliáveis? Os jornalistas Marília Cardoso e Luciano Gissi Fonseca, autores do livro "Você sabe lidar com o seu dinheiro? Da infância à velhice", defendem que não há contraposição nos verbos amar e poupar. Na percepção de ambos, o namoro é o momento ideal para falar sobre sonhos, planos e como pretendem administrar as finanças na vida a dois.

Segundo Marília Cardoso, o dinheiro é uma das poucas coisas que faz parte da vida de todos os seres humanos, independente da classe social, sexo, cor e religião. A presença do dinheiro é tão comum que poucos param para pensar o tipo de relação que têm com ele. "Há um certo tabu envolvendo dinheiro e amor, que faz com que muita gente acredite não ser adequado ou educado tocar no assunto, especialmente na fase de namoro. Entretanto, é justamente o contrário! Evitar esse assunto constitui um risco ao namoro e às finanças pessoais. Pensando adiante, vale lembrar que um namoro sem gastos exagerados pode significar um casamento com tranquilidade financeira", afirma a autora. A inspiração para o capítulo, segundo Marília, veio de um namorado gastão. "Ele passou a adotar uma postura mais econômica e hoje estamos preparando o casamento, que acontecerá em novembro", detalha.

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O Dia dos Namorados, na percepção de Luciano Gissi Fonseca, é uma excelente oportunidade para exercitar a inteligência financeira – embora a questão seja um pouco mais complicada para alguns casais. "No amor e nas finanças, muitas vezes os opostos se atraem, ou seja, não raro vemos casais formados por um gastador e outro econômico. Para chegar a um consenso, é necessário que cada um aprenda a ceder um pouco; é vital que ambos assimilem a importância de uma boa gestão financeira", defende Fonseca.

Entre as dicas básicas para conciliar namoro e economia, destacadas no livro os jornalistas citam as cinco posturas dos casais que cultivam a inteligência financeira:

1. Fique de olho na conta telefônica

Namorados e contas telefônicas são inseparáveis por motivos óbvios! Para diminuir os gastos, uma alternativa é manter celulares da mesma operadora e negociar pacotes de descontos – incluindo, também, ligações para telefones fixos. Nos namoros à distância, o impacto do DDD chega a assustar. Alternativas básicas: comparar as tarifas das operadoras, dar preferência a horários promocionais e usar a tecnologia. Existem vários sistemas que permitem a comunicação online com custos mais do que competitivos.

2. Adote o transporte compartilhado

Haja transporte para manter os apaixonados juntos! Se moram longe, o impacto no orçamento é ainda maior. Quando ambos têm carro, a dica é fazer um revezamento para ninguém gastar demais, ou seja, as mulheres não devem usar a importância do cavalheirismo como desculpa para não colaborar.

3. Invista em um presente original

A demonstração do amor não está atrelada ao alto custo do presente; não há ligação entre mais amor e presente valioso. Esse é um aprendizado importante para muitos casais! Na maioria das vezes, vale mais um presente criativo, confeccionado pela pessoa amada. A dica é pensar em um mural de fotos, escrever uma carta de amor ou preparar um jantar especial. Se for comprar um presente, opte por algo realmente necessário – em vez de encher o outro de flores e ursinhos de pelúcia, talvez o mais indicado seja comprar presentes úteis.

4. Faça programas alternativos

Embora ninguém goste de namorar em casa, os passeios contribuem para que a conta aumente consideravelmente. Nesse caso, os apaixonados devem considerar a situação financeira de ambos, ou seja, se podem ou não bancar passeios a lugares distantes e caros. De qualquer maneira, o bom senso diz que é preciso dosar. Se em um final de semana a opção for por um passeio mais caro, em outro vale alugar um DVD e assistir, comendo pipoca. O indispensável é estar junto, correto?

5. Lembre-se que pagar a conta não é atributo masculino

Se ambos têm renda, por que não dividir ou revezar o pagamento da conta? É claro que o casal não precisa andar com a calculadora na mão para saber quantos centavos cada um deve pagar, mas não há nada de errado em conversar sobre dinheiro. A comunicação e o companheirismo são fundamentais a um bom relacionamento, por isso, falar sobre dinheiro com naturalidade é muito saudável para o namoro.

O livro "Você sabe lidar com o seu dinheiro? Da infância à velhice" traz como proposta a reflexão sobre o dinheiro, trazendo dicas simples de como melhorar as finanças sem grandes sacrifícios. Por meio de histórias e depoimentos de sucesso e de fracasso no trato com o dinheiro, o livro pretende despertar o interesse e a reflexão sobre o papel do dinheiro na vida de todos nós.
Redação Bonde
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