Na Índia, seu país de origem, a técnica não tem esse nome. Mas quando o francês Fréderick Leboyer andou pela cidade de Calcutá e viu uma mulher fazendo a massagem em seu filho, ficou maravilhado com o estado de integração entre ambos. O nome dela era Shantala. Assim, o método dessa tradicional prática indiana, passada ao longo dos anos de mãe para filha, ganhou o mundo.
O principal objetivo da Shantala é estabelecer e desenvolver um tipo de diálogo mais sutil, não verbal e profundo entre mãe, pai ou quem estiver aplicando, e o bebê. Por meio desse contato, feito em silêncio, mas de forma extremamente afetiva, estabelece-se uma relação profunda de amor, cuidado e confiança. A criança que se sente amada, aceita e compreendida, também aprende a amar melhor seu próximo e a retribuir de forma sadia os sentimentos.
Há quatro anos, o Colégio Global, zona oeste de São Paulo, oferece a Shantala a seus bebês de 3 meses a 2 anos, uma vez por semana, das mãos afetuosas das profissionais responsáveis, sob a supervisão da
"É um momento único, que oferece profundo prazer, além de trazer inúmeros benefícios", esclarece a fisioterapeuta Rebeca de Barros Santos, do Colégio Global, zona oeste de São Paulo.