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Vacina ‘segura’ internamentos e mortes em Londrina em meio ao avanço da ômicron

Pedro Marconi - Grupo Folha
12 jan 2022 às 12:00
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A descoberta da doença veio na última quinta-feira (6). Silvia Borba não tinha sintomas de Covid-19, mas resolveu fazer o teste após ter contato, entre o final e início do ano, com pessoas do círculo de amizade positivarem para a doença. “Fui com meu filho nos eventos e o nosso resultado veio positivo. Tomei a terceira dose da vacina na segunda (3) e estou assintomática. Meu filho também recebeu o reforço no mesmo dia e está tossindo. Teve irritação na garganta, porém, já melhorou”, relatou a cantora de 58 anos. O filho tem 35. 

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O exemplo de Borba e do filho se soma a outros milhares nestes primeiros dias de 2022, em que pessoas estão sendo infectadas pelo coronavírus, mas apresentam sintomas leves ou até mesmo nenhum sinal da doença. Especialistas e autoridades em saúde destacam que este cenário de avanço considerável dos casos sem repercussão nas mortes e internamentos em terapia intensiva se deve ao alto percentual de imunizados. 

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Entre os dias três e dez de janeiro deste ano, por exemplo, Londrina registrou 1.566 novos casos de Covid. A quantidade é mais que o dobro do que foi contabilizado durante todo o mês de dezembro. Por outro lado, apenas uma pessoa morreu e a taxa de ocupação em UTI (Unidade de Terapia Intensiva) estava em 7,1% na manhã de terça-feira (11). Atualmente a cobertura vacinal é de 81,2%, levando em conta a população total. Em junho do ano passado, pior mês da pandemia na cidade, foram 3.065 doentes em dez dias, com 81 óbitos e hospitais lotados. Na época somente 16,9% dos moradores estavam completamente imunizados. 


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