19/02/20
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Tecnologia

Saiba o que fazer se seu celular ou notebook tomar um banho inesperado

Aparelhos como celulares, tablets e notebooks parecem atrair mergulhos involuntários ou banhos de temporais. Se você ainda não sofreu com isso, certamente conhece alguém cujo aparelho foi parar no vaso sanitário, na poça ou que sofreu um banho de café ou de chuva. Nessa hora, não adianta se desesperar. A primeira dica é tirar o eletrônico da água o mais rápido possível e desligá-lo. Isso ajuda a evitar danos sérios aos seus componentes.

Reprodução/Pixabay
Reprodução/Pixabay


Se o celular ficou submerso por um longo período, não hesite e procure diretamente uma assistência técnica. Em situações menos críticas, comece desmontando todas as partes de fácil acesso para que o ar circule melhor e ajude a secar mais rápido. No caso dos notebook, comece pela bateria. Em celulares, pela capinha. Só não tente secar as partes internas, ok?!

Depois, deixe o aparelho em uma área aberta, mas sem a incidência direta do sol (especialmente sobre a tela). Um secador de cabelos pode ajudar a evaporar o líquido, desde que esteja em temperatura média - ou seja, o ar não pode queimar sua mão. Calor em excesso danifica o aparelho ainda mais.

Segure a ansiedade. Secar leva tempo, então espere um ou dois dias antes de tentar ligar o aparelho novamente. Ligar quando ainda há líquidos no interior pode resultar num curto-circuito.

Café ou água?

É preciso ainda analisar o tipo de líquido. Quando o desastre envolve água, a probabilidade de recuperação é bem maior. Café, água do mar ou da poça, sucos e outros líquidos tendem a deixar resíduos no interior dos aparelhos uma vez que secam.

Como a água conduz eletricidade, ela pode causar danos irreversíveis na placa-mãe, que conecta todos os componentes do eletrônico. Mas, como a água limpa não possui partículas, é mais fácil de secá-la sem danificar sistemas elétricos.

Secou?

Hora de ligar. Se funcionar, pode respirar aliviado. Se não, procure uma assistência técnica para que eles tentem um banho químico, com álcool isopropílico. Os profissionais também podem fazer uma limpeza mais cuidadosa para evitar ferrugem.
Rodrigo Lara - UOL/Folhapress
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