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Colégio de Londrina faz orientação contra o bullying

Redação Bonde com Assessoria de Imprensa
17 set 2019 às 14:57
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No setembro amarelo, mês no qual acontece a conscientização sobre a prevenção do suicídio, o Colégio Interativa iniciou uma campanha. No período de 21 de agosto a 13 de setembro, realizaram rodas de conversa com alunos do 4° ano do fundamental à 3ª série do ensino médio sobre o bullying.

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Na Educação Infantil, esse trabalho é realizado com orientações aos alunos e famílias, referentes ao respeito e à aceitação das diferenças entre os colegas, por meio de contação de histórias, músicas, brincadeiras e outros momentos lúdicos.

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No Fundamental do 1º ao 5º ano, o trabalho é realizado com o apoio do material 'Aprendendo a Ser' que aborda os sentimentos, pensamentos e emoções. Tal discussão ocorre semanalmente ou, quando necessário, em aulas de tutoria. Além disso, estratégias são propostas para lidar com as diferenças nas relações diárias.


Já no Fundamental, do 6º ano ao 9º ano, e no Ensino Médio, tutores semanalmente e/ou quando necessário abordam questões de autoconhecimento, conhecimento do grupo, empatia, respeito, projetos de ações sociais. Também são oferecidas palestras sobre adolescência, depressão, entre outros assuntos relevantes para a vida dos alunos.


A ação visa a melhora da saúde mental dos alunos, levando-os a se tornarem os próprios agentes de transformação em nossa escola e na sociedade como um todo.

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O bullying acontece de diversas formas, como a violência física, verbal, material, moral ou sentimental, psicológica, sexual, além do cyber bullying. Este último tem se tornado bastante recorrente, e é visto como um dos mais perigosos na atualidade, pois envolve agressão e humilhação por meio da internet.


O agressor pode ser definido de duas formas: o ativo e o passivo. O primeiro é o indivíduo que pratica a violência, aquele que inicia os atos que denigrem a vítima. Em geral, estes agressores são pessoas com baixa autoestima, com problemas de autoconfiança e uma capacidade de empatia extremamente baixa, podendo, inclusive, sentir prazer com a realização da violência. O agressor passivo é aquele que participa da ação do agressor ativo, contribuindo com as piadas, com as difamações, não se posicionando diante de cenas que presencia e dando reconhecimento ao agressor principal, permitindo que o bullying continue e se espalhe.


Em relação às vítimas, pode-se perceber uma baixa assertividade e habilidades sociais prejudicadas, são pessoas mais caladas, tímidas e até mesmo podem ser estereotipadas por terem uma característica física ou cultural diferente do grupo que comete os atos de violência, porém as variáveis que influenciam a esse respeito são inúmeras.


As consequências para quem sofre tais violências são diversas, podendo gerar baixa autoestima, transtornos psicológicos, baixo rendimento escolar e em casos mais graves, suicídio.


Segundo dados do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa) de 2015, programa do Ministério da Educação (MEC), à época desta avaliação, um em cada dez estudantes brasileiros era vítima de bullying.


É importante para os pais estarem atentos aos sinais que podem surgir em seus filhos, tais como, voltar da escola com roupas ou pertences danificados, doenças frequentes, mudanças de hábitos alimentares, dificuldades para dormir ou presença de pesadelos, desinteresse pela escola ou queda no rendimento escolar, afastamento dos amigos, baixa autoestima, interesse por mudar seu estilo, como roupas, cabelo ou corpo, medo generalizado, aparência triste, comportamentos depressivos e ansiosos ou até mesmo, envolvimento em conflitos com outros amigos, sempre percebendo a intensidade e a frequência de ocorrência destes episódios. Diante disso, é importante a busca por um profissional para identificação e tratamento.

A ação com os alunos na escola buscou discutir mais sobre este tema, bem como colocar à disposição dos alunos a rede de apoio escolar – psicólogos escolares, professores e colaboradores, além de fazer conhecer as políticas públicas existentes por meio da Lei 13.185/2015 de combate ao bullying, para que munidos de informações e participantes de relações com os amigos, os discentes disseminem a informação entre si e se protejam da violência no território escolar e também fora dele.


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