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UEL: Projetos somam 121 mil atividades em defesa de crianças e mulheres

- Pedro Marconi/Grupo Folha
Pedro Marconi - Grupo Folha
07 jun 2022 às 09:16
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Atendimento jurídico e psicológico gratuito e busca pelos direitos das vítimas perante à Justiça. Estas são algumas das características do NEDDIJ (Núcleo de Estudos e Defesa dos Direitos da Infância e da Juventude) e do Numape (Núcleo Maria da Penha), ambos projetos de extensão da UEL (Universidade Estadual de Londrina), e que existem há 16 anos e 9 anos, respectivamente. Ao todo são 28 pessoas envolvidas com os núcleos, com docentes, profissionais formados do direito, da psicologia e estudantes destes cursos. 

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Juntos, os núcleos já desenvolveram 121.551 atividades. Somente neste ano, foram 4.829 ações do NEDDIJ (até maio) e 9.200 do Numape (nos primeiros quatro meses). “São núcleos de assistência judiciária que qualquer pessoa pode vir buscar. Não tem período de férias, é extracurricular e funciona de janeiro a janeiro e de segunda a segunda. A pessoa que não sabe onde procurar a Justiça vem na rua Brasil (no Escritório de Aplicação de Assuntos Jurídicos da UEL) que será atendida e terá as informações”, destacou a professora Claudete Carvalho Canezin, que coordena os dois projetos. 


No caso do NEDDIJ, os atendimentos são direcionados para as crianças e também os adolescentes em conflito com a lei. “É para a criança ou adolescente que precisa estabelecer guarda, alimentos, adoção, destituição do poder familiar, estabelecer visitas, executar os alimentos que o pai não está pagando. Já para os adolescentes em conflito com a lei que está respondendo em liberdade atuamos nos processos dos atos ilícitos que cometeram”, explicou. 


A maior parte dos pedidos é encaminhada pela Justiça, MP-PR (Ministério Público do Paraná), Polícia Civil e a rede de proteção. “Na área infracional temos muitos casos de tráfico de drogas. Os nossos adolescentes estão numa situação de extrema vulnerabilidade, hipossuficiência, então, o tráfico chega muito perto deles, está na porta e muitos são aliciados”, pontuou a advogada Sara Regina Brusarrosco, que integra o núcleo há um ano. 


Leia mais na Folha de Londrina.


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