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Fórmula 1

As mudanças na pista de Imola e por que pressão explica a Itália ter 2 GPs

Julianne Cerasoli - UOL/Folhapress
15 mai 2024 às 21:00
- Ansa
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A Fórmula 1 está voltando ao circuito de Imola dois anos após a última prova por lá, depois de chuvas intensas provocarem o cancelamento da etapa do ano passado. E os pilotos não vão encontrar a mesma pista de antes: as áreas de escape foram alteradas e ganharam mais brita.

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Isso vai deixar a pista mais desafiadora para os pilotos, pois a brita pune muito mais os erros. Além disso, em alguns trechos, o asfalto da área de escape permitia que os pilotos até fizessem uma linha mais aberta, já que conseguiam ficar com dois pneus ainda dentro da linha branca que define a pista. Com isso, evitavam ter voltas deletadas na classificação e sofrerem punições durante a corrida.

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Então é como se os limites de pista reais tivessem mudado, já que acabou a vantagem de colocar duas rodas para fora - com a brita ali, o carro perde velocidade automaticamente, pois não há aderência. E adotar uma trajetória mais fechada nas curvas de alta velocidade de Imola exige mais precisão.


A pista de Imola tinha vários trechos em que até havia brita, mas entre o cascalho e a linha branca, havia um trecho asfaltado. Agora, isso foi retirado. As alterações começam a partir da curva Piratella.

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Em outro trecho famoso da pista, na Acque Minerali, das curvas 11 à 13, essa faixa de alfalto foi reduzida de maneira significativa. E na variante Gresini foram retiradas as barreiras de pneus e mais brita foi colocada. Foi neste trecho que Charles Leclerc bateu em 2022 quando perseguia Sergio Perez.


São mudanças positivas para evitar que classificações e corridas fiquem muito pautadas pelos limites de pista, até porque, se é dada ao piloto a possibilidade de sair a pista e ainda ter aderência em uma trajetória que será mais rápida, ele vai tentar usar isso ao máximo.

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POR QUE A ITÁLIA TEM DOIS GPS NO ANO?


Mas tudo indica que Imola precisa mais do que arrumar as áreas de escape para continuar no calendário. O GP da Emilia Romagna -título dado para a corrida de Imola porque, assim como acontece em São Paulo, é o governo local que banca a prova como forma de promoção da região- tem sido usado pela F1 para pressionar Monza a se modernizar.

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Por anos, o chamado "templo da velocidade" conseguiu permanecer no calendário com instalações antigas e sem pagar tanto quanto outras provas europeias. Nos últimos anos, o valor do contrato foi ajustado, mas também com a cobrança por melhorias.


O circuito está passando por uma reforma nas instalações, a fim de atender a uma demanda maior da F1 por ingressos VIP (que são comercializados pela própria F1, então geram retorno direto para a categoria sem a necessidade de aumentar a taxa paga pelos circuitos).


Por outro lado, os organizadores do GP da Emilia Romagna também estão falando em investirem 250 milhões de euros (quase 1.4 bilhão de reais) em Imola na tentativa de renovar o contrato, que atualmente termina em 2025.


Enquanto isso, a Itália continua com duas corridas no calendário, mesmo com o CEO da categoria, Stefano Domenicali, que é de Imola, afirmando que há 30 localidades interessadas em receber etapas do campeonato.


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