Pesquisar

Canais

Serviços

Publicidade
Publicidade
Publicidade
Segundo especialista

Emagrecimento está ligado ao gerenciamento das emoções

Redação Bonde com Assessoria de Imprensa
19 fev 2019 às 16:56
- Shutterstock
siga o Bonde no Google News!
Publicidade
Publicidade

O carnaval já virou sinônimo de boa forma, seja para desfilar nas escolas de samba, para aguentar a folia dos bloquinhos de rua ou pelo verão, onde o corpo fica mais a mostra. Mas será que é realmente simples ou necessária essa euforia para emagrecer e atingir uma forma física mais definida?


Segundo um estudo publicado pela revista científica Lancet, 1/5 dos adultos brasileiros estão obesos – e essa fração representa quase 30 milhões de pessoas. As mulheres são que mais apresentam o problema: 23% delas são obesas, enquanto entre os homens o índice é de 17%. Em decorrência dos números, cada vez mais se procura métodos para emagrecer, que vão desde as dietas, a prática de atividade física, a realização de procedimentos estéticos e até mesmo intervenções cirúrgicas.

Cadastre-se em nossa newsletter

Publicidade
Publicidade


De acordo com o fundador da Sbie (Sociedade Brasileira de Inteligência Emocional), Rodrigo Fonseca, embora todas essas medidas ajudem a perder peso, é importante entender como a mente tem poder sobre o processo de emagrecimento. "São variadas as ações que podemos extravasar as emoções que sentimos durante a vida, como a culpa, carência, tristeza, raiva, ansiedade e até mesmo a alegria. Isso porque essas emoções provocam diferentes reações em cada um, e geram respostas diferentes: crises nervosas, choro compulsivo, sentimento de raiva, tendência autodestruitiva, euforia e, também, comer de maneira compulsiva. A fome emocional é só um dos exemplos de como o corpo tenta extravasar algum desequilíbrio. Ao comer compulsivamente, a pessoa desconta suas emoções na comida, encontrando nela uma válvula de escape", explica.

Leia mais:

Imagem de destaque
Vivência do mountain bike

Alvo Bike terá palestra sobre alinhamento do corpo e da mente no ciclismo

Imagem de destaque
Comportamento de apatia

Síndrome do Tédio também afeta saúde mental no ambiente de trabalho

Imagem de destaque
Mulheres são mais afetadas

Câmara aprova inclusão de políticas públicas para Burnout no SUS; especialistas comentam

Imagem de destaque
Caso Iza

Entenda os impactos emocionais e a importância do suporte psicológico para gestantes


Os sinais recorrentes de que as emoções estão em desequilíbrio e a comida gera reconforto, são:

Publicidade


- Comer mesmo quando não está com fome;
- Descontar as situações de estresse na comida;
- Comer para se sentir emocionalmente satisfeito;
- Usar a comida como recompensa.


A inteligência emocional é indispensável para manter o foco na reeducação alimentar e reconhecer quais as barreiras emocionais que impedem o emagrecimento saudável. "Faça uma lista com os hábitos que impedem seu processo de emagrecimento e identifique quais as emoções que despertam sua vontade de comer. Para eliminar a fome emocional é preciso traçar novos caminhos para aliviar esses sentimentos sem a comida e encontrar alternativas práticas para acalmar seus sentimentos", indica Rodrigo.

O reconhecimento dos gatilhos emocionais é essencial para entender a relação comida x fome x saúde, e comprometer-se, como uma meta, gera resultados ainda mais eficazes. "Uma dica é colocar no papel um planejamento do seu processo. Anote qual o peso que você deseja alcançar, determine qual será o prazo necessário para atingi-lo e quais as estratégias que você irá utilizar para chegar no seu peso ideal. O processo de emagrecer leva tempo e, mesmo quando alcançamos a meta, é preciso estar sempre atento com a manutenção dos resultados. Por isso, para alcançar o sucesso, vibre energias positivas: mentalize diariamente como você irá se sentir quando atingir sua meta e comprometa-se a gastar um tempo visualizando você dessa forma", finaliza.


Publicidade

Últimas notícias

Publicidade