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Saiba quais são as causas de infarto em jovens

- iStock
Redação Bonde com Assessoria de Imprensa
22 out 2019 às 09:47
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Dor no peito e formigamento no braço esquerdo são os sintomas clássicos do infarto, mas o coração dá outros sinais que não podem ser ignorados. É importante se conscientizar sobre a importância da mudança de hábitos para a adoção de um estilo de vida mais saudável com foco na prevenção e, assim, diminuir as suas complicações, que ainda são as maiores causas de mortes no mundo, sendo responsáveis por 43% dos casos.

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No Brasil, acontecem cerca de 400 mil casos de infarto por ano, o que faz com que as doenças cardiovasculares sejam as principais causas de morte no país, chegando a um total de 300 mil pessoas. Entretanto, esse panorama tende a piorar: uma pesquisa da OMS (Organização Mundial da Saúde) estima que em 2024 devemos ocupar o topo da lista mundial de óbitos por doenças cardiovasculares.


É importante chamar a atenção das pessoas para um fato que muita gente ignora: infartos em jovens são mais comuns do que se imagina e os casos vêm aumentando consideravelmente por causa de fatores como: estresse, diabetes, tabagismo, obesidade, hipertensão e colesterol alto, que estão cada vez mais presentes na vida de pessoas com menos de 30 anos.


Além disso, nessa faixa etária esse tipo de problema tende a ser pior, isso porque costumam envolver áreas maiores do coração e o entupimento dos vasos têm mais propensão a ser súbito e acometer artérias maiores. "Por isso, diante de sintomas como dor no peito irradiando para os braços, sudorese fria, mal estar, náuseas e vômitos, que muitas vezes são mais exuberantes nesse caso, é essencial se dirigir o mais rápido possível ao hospital”, afirma Rodrigo Ésper, médico cardiologista intervencionista da SBHCI (Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista).

Mas há uma boa notícia nessa história: o prognóstico de recuperação costuma ser melhor em jovens do que em pessoas de mais idade. Depois de cinco dias, em média, o jovem costuma ter alta hospitalar e volta à rotina normal em um mês, mas é essencial que tenha o acompanhamento de um cardiologista pelo resto da vida.


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