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Acidente fatal

DNA revela que motorista de Diana estava bêbado

Redação - Bonde
09 dez 2006 às 16:19
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Testes de DNA aparentemente revelaram que o motorista do carro da princesa Diana estava bêbado na noite do acidente fatal em Paris, em setembro de 1997, de acordo com um programa da BBC.

O programa The Conspiracy Files (Os arquivos da Conspiração, em tradução livre), que será transmitido na Grã-Bretanha na noite deste domingo (10), ouviu uma fonte próxima às autoridades francesas.

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Críticos que acreditam que houve uma conspiração para matar a princesa alegam que a amostra de sangue usada inicialmente não era realmente do motorista. Isso teria sido feito para encobrir a operação do serviço secreto.

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Mas os exames parecem confirmar a autenticidade das amostras originais de sangue de Henri Paul, que mostravam que o motorista estava três vezes acima do limite de álcool permitido pela França para dirigir.

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Segundo a fonte ouvida pela BBC, um perfil genético foi retirado das amostras de Paul e comparado com o DNA dos pais do motorista no ano passado.


Relatório

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As novas evidências foram divulgadas dias antes da publicação de um relatório do Lorde John Stevens, da Polícia Metropolitana de Londres, sobre a morte da princesa. Espera-se que o documento conclua que a morte foi um acidente.


A equipe de Stevens havia prometido investigar todas as teorias da conspiração envolvendo a morte de Diana, seu namorado Dodi Al Faied, 42 e do motorista Henri Paul, em 1997.

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Os críticos da versão oficial questionam porque uma testemunha importante, o motorista de um segundo carro envolvido no acidente, não foi identificado. Eles também levantam suspeitas sobre a demora de quase duas horas para que Diana fosse levada ao hospital, localizado a apenas 6 quilômetros de distância do local do acidente.


O pai de Dodi, Mohamed Al Fayed, diz que seu filho e Diana planejavam se casar, e que a princesa havia dito a ele que estava grávida.

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Segundo Al Fayed, esse teria sido o motivo para o que chama de assassinato de Diana.


Mas uma amiga próxima da princesa, Rosa Monckton, disse à BBC que "não há possibilidade de Diana estar grávida".

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Monckton passou férias com a princesa três semanas antes de sua morte.


Segundo ela, dias antes de morrer Diana visitou uma clínica em Londres para tratar sua tensão pré-menstrual.

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Monckton afirma que testes feitos pela médica de Diana, Lily Hua, teriam confirmado que ela não estava grávida.


A tese é confirmada pelo professor Andre Lienhart, que analisou a resposta dos serviços de emergência para a investigação francesa.


Em sua primeira entrevista, ele disse ao programa da BBC que viu cópias da autópsia realizada em Diana na Inglaterra 24 horas após o acidente.


"A autópsia mostrou que ela não estava grávida", disse Lienhart.


"O que é certo é que ela não estava usando cinto de segurança e isso piorou as coisas."


Para Martine Monteil, chefe da Polícia Judiciária francesa, que investigou o caso, "havia uma horda de fotógrafos seguindo o casal e eles estavam muito perto do Mercedes quando o acidente aconteceu".

"Obviamente isso causa irritação e stress. Mas não é a única explicação. O motorista também perdeu o controle do carro, e isso está claro."


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