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Felicidade que a prece proporciona

14 jun 2009 às 22:03
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Vinde, vós que desejais crer.

Os espíritos celestes acorrem a vos anunciar grandes coisas.
Deus, meus filhos, abre os seus tesouros, para vos outorgar todos os benefícios.

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Homens incrédulos!
Se soubésseis quão grande bem faz a fé ao coração e como induz a alma ao arrependimento e à prece!

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A prece! Ah! Como são tocantes as palavras que saem da boca daquele que ora!
A prece é o orvalho divino que aplaca o calor excessivo das paixões. Filha primogênita da fé, ela nos ancaminha para a senda que conduz a Deus.

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No recolhimento e na solidão, estais com Deus.
Para vós, já não há mistérios; eles se vos desvendam.


Apóstolos do pensamento, é para vós a vida.
Vossa alma se desprende da matéria e rola por esses mundos infinitos e etéreos, que os pobres humanos desconhecem.

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Avançai, avançai pelas veredas da prece e ouvireis as vozes dos anjos.
Que harmonia! Já não são o ruído confuso e os sons estrídulos da Terra;
São as liras dos arcanjos; são as vozes brandas e suaves dos serafins mais delicados do que as brisas matinais quando brincam na folhagem de vossos bosques.


Por entre que delícias não caminhareis!
A vossa linguagem não poderá exprimir essa ventura, tão rápida entre ela por todos os vossos poros, tão vivo e refrigerante é o manancial em que, orando, se bebe.

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Dulçurosas vozes, inebriantes perfumes, que a alma ouve e aspira, quando se lança a essas esferas desconhecidas e habitadas pela prece!


Sem mescla de desejos carnais, são divinas todas as aspirações.
Também vós, orai como o Cristo, levando a sua cruz ao Gólgota, ao Calvário.


Carregai a vossa cruz e sentireis as doces emoções que lhe perpassavam na alma, se bem que vergado ao peso de um madeiro infante. Ele ia morrer, mas para viver a vida celestial na morada de seu Pai.

* Santo Agostinho, Paris, 1861


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