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Cambé

Após acidente fatal, motoristas reclamam de velocidade permitida na obra da Brastislava

Pedro Marconi/Grupo FOLHA
07 dez 2021 às 08:56
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O grave acidente que tirou a vida de um motociclista de 31 anos na segunda-feira (6), ao lado da construção do viaduto da Brastislava, em Cambé (Região Metropolitana de Londrina), escancarou outro problema, de acordo com os motoristas. 

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Quem costuma passar pelo local dirigindo reclama da mudança “brusca” da velocidade máxima permitida, que sai da 70 km, na rodovia, para 30 km no trecho onde a obra é realizada. 

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“A pessoa tem que frear de uma vez e não tem como evitar alguns acidentes, por exemplo. Foi mal planejado. É uma diferença muito grande de velocidade e de uma vez”, opinou o mecânico Paulo Ferreira, que mora em Apucarana (Vale do Ivaí) e vem com frequência à região de Londrina e Cambé para comprar peças. 


O acidente de segunda envolveu a motocicleta, uma carreta e um carro. Relembre o caso.


Atenção


A PRF (Polícia Rodoviária Federal) frisou que os motoristas devem redobrar a atenção nas proximidades da obra. “A obra está bem sinalizada. Temos feito monitoramento diário e pedimos para os motoristas tomarem muito cuidado. É um local de trânsito lento, com obra em andamento”, pontuou o agente Wagner Stochi. 

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A Prefeitura de Cambé informou que a sinalização é de responsabilidade do DER-PR (Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná). Por meio de nota, o órgão disse que a sinalização no local da obra foi revisada e adequada em julho, ficando regulamentada em 30 km/h no trecho com serviços, em uma extensão de cerca de 800 metros, e no restante da via permanecendo as velocidades vigentes.


"O DER-PR reforça a importância de seguir as regras de trânsito e prestar atenção à sinalização nas rodovias, dirigindo com prudência e visando preservar o seu bem-estar e o dos demais condutores e passageiros utilizando as vias. Esses cuidados devem ser redobrados em trechos com obras, onde há presença de maquinários pesados e funcionários trabalhando", pontua o texto.


Leia mais na Folha de Londrina.

 

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