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Rodadas de Conteúdos

Qual a relação entre o nosso dinheiro e o mercado financeiro?

Lucas Catanho e Janaína Ávila - Especial para a FOLHA
19 set 2021 às 16:41
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Você deve ter percebido que a sua carteira anda cada vez mais digital e ter alguns trocados no bolso, passou a ser coisa rara. Literalmente. Nunca pagamos tanto com o “dinheiro de plástico” e as transações via PIX indicam uma estrada feita cada vez mais de bytes e menos de dinheiro vivo. 

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Para onde estamos caminhando? Essa e outras questões foram debatidas durante a quarta edição da Rodada de Conteúdos, evento online realizado na última quarta-feira (15), promovido pelo Grupo Folha de Londrina e com a participação de especialistas em mercado financeiro. Pode parecer um universo distante, mas acredite: as inovações tecnológicas já fazem parte do dia a dia das finanças do brasileiro.

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Ao dar as boas vindas aos participantes, José Nicolás Mejía, superintendente do Grupo Folha, destacou o caráter inovador do mercado financeiro. “A pandemia acelerou a digitalização do setor. Conceitos como banco digital, PIX, fintechs e open banking estão cada vez mais presentes no nosso cotidiano. Realizamos esse evento para conhecer um pouco mais o que é essa inovação dentro do sistema financeiro e como isso vai afetar o relacionamento junto ao mercado”.


Alguns pontos direcionaram toda a conversa entre os participantes como a atuação das fintechs, as criptomoedas, o open banking e as novas modalidades de transferência de dinheiro; um bom começo para assuntos que poderiam render horas de conversa dado ao extenso conteúdo. “Queremos levar informação e conhecimento, na tentativa de entender onde estamos e para onde caminhamos”, pontua Marcos Rambalducci, mediador da Rodada.

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Para a diretora do Santander Brasil, Marilize Ferrazza, as fintechs, por exemplo, exercem uma pressão muito positiva nas instituições bancárias tradicionais ao trazer uma aceleração de processos. “Elas chegam para aumentar a agilidade e a comodidade do cliente, melhoram os custos e atuam de acordo com a necessidade do usuário”, afirma. Ainda assim, na opinião da administradora, seria muito cedo falar da extinção das agências tradicionais.


Quer saber como foi? Veja na Folha de Londrina.

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