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Turismo local

'Esquecido', parque Daisaku Ikeda se divide entre abandono e vandalismo

Pedro Marconi/Grupo Folha
24 set 2021 às 17:23
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Inaugurado em 2000 para ser mais uma opção de lazer em meio à natureza para o londrinense, o Parque Ecológico doutor Daisaku Ikeda se transformou em cenário de descaso do poder público e de pessoas mal intencionadas. A unidade de conservação, que fica na zona sul da cidade, tem sinais de completo abandono e as evidências estão por toda parte. A FOLHA esteve no local. Logo na entrada, um portão foi levado por criminosos, deixando a já precária segurança ainda mais deficitária. 

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Na antiga casa administrativa, que no passado servia como ponto de apoio aos visitantes, a situação é ainda pior. O imóvel teve portas e fiação elétrica furtadas, pias quebradas, vidros estilhaçados, esquadrias avariadas e paredes pichadas. Fora a sujeira e o forte odor de urina que tomam conta do espaço, que tem indícios de que também está sendo usado para consumo de drogas. 

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A dona de casa Maria Geralda Fagundes costuma esperar o ônibus no ponto que fica em frente ao parque, na rodovia João Alves da Rocha Loures, no entanto, apenas com o dia claro. “Quando escurece não me arrisco. Dá medo de ter algum assaltante escondido na casa. Tem dia que até evito pegar ônibus aqui e vou até a frente de um bar, alguns metros para frente. Está tudo abandonado e faz tempo”, lamenta. 

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Em outras áreas do Daisaku Ikeda o estado de deterioração se repete. A antiga usina de energia elétrica, que se tornou um mirante sobre o ribeirão Três Bocas, segue estragada cinco anos depois de um dos maiores temporais da história de Londrina, que também deixou estragos no lugar. Em 2016, a enxurrada gerada pelas fortes chuvas levou a passarela e parte do solo, causando erosões e alterando o curso da água. 

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