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Vendedores de CDs buscam novos negócios

Redação - Bonde
06 jan 2004 às 08:16
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Cerca de 10% das bancas do Camelódromo (Shopping Popular) de Londrina amanheceram fechadas na segunda. A novidade é o resultado de um acordo entre os camelôs e a Promotoria de Investigação Criminal (PIC) que proibiu a comercialização de CDs pirateados de música.

Segundo Ulisses Sabino presidente da ONG Canaã que representa a categoria a maioria dos comerciantes atingidos pelo acordo substituirão as mercadorias. ''No momento, muitos estão descansando ou comprando um novo estoque'', afirmou.

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Josué Pereira da Silva reservou a segunda-feira para limpar e organizar a banca. Ele garantiu que, a partir de agora, venderá tênis e roupas que trará de São Paulo. Para evitar o prejuízo, Silva liquidou os CDs que sobraram no final de dezembro. ''Cheguei a entregá-los por R$ 1,00 cada'', lembra o camelô que faturava entre R$ 800,00 e R$ 1 mil com a venda do produto.

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Valdir Pereira não teve a mesma sorte do colega. De acordo com ele, 500 unidades ficaram encalhadas. A quantidade de CDs que comercializava era tamanha que a banca ficou enorme depois de vazia. Para eliminar o espaço excedente, ele resolveu dividi-la ao meio e expor roupas e aparelhos eletrônicos.

Leia a matéria completa na edição desta terça-feira da Folha de Londrina


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