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Reajuste de combustíveis não impede queda dos juros

Alex Agostini - Economista-chefe
09 set 2005 às 18:55
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A Petrobras anunciou o reajuste de 10% nos preços da gasolina e de 12% para o diesel na refinaria a partir do dia 10 de setembro. O reajuste ficou acima da nossa expectativa. O cenário da Global Invest para reajuste dos combustíveis contemplava um aumento nos preços da ordem de 5% ao consumidor no último bimestre de 2005.

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Apesar de ter ficado acima da nossa expectativa, o reajuste dos combustíveis não altera nossas projeções para os índices de preços acumulado em 2005, nem tampouco a trajetória de queda da taxa de juros, que deve iniciar seu ciclo de redução a partir de setembro, com corte da ordem de 0,25 p.p., mas deve se acentuar para 0,50 p.p. a partir de outubro e se estendendo até início de 2006. Esperamos que a taxa Selic encerre 2005 em 18% ao ano.


Os reajustes (gasolina e diesel) não alteram nossas estimativas de inflação para este ano. Isso porque os preços dos alimentos estão em queda mais forte do que o esperado, como revelou o resultado do IPA-M Agrícola da primeira prévia do IGP-M divulgada hoje e também do IPC-S.

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IMPACTO NO IPCA
GASOLINA
Do total de 10% do reajuste da gasolina na refinaria, trabalhamos com um repasse de 7,0% ao consumidor final. O Impacto total no IPCA será de 0,29 ponto percentual, sendo que 0,20 p.p. será observado em setembro e 0,09 p.p. em outubro em decorrência da data do reajuste.

DIESEL
Do total de 12% do reajuste do diesel na refinaria, trabalhamos com um repasse de 8,5% ao consumidor final. O Impacto total no IPCA será de apenas 0,01 ponto percentual.


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