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Casos sem solução

Grupo investiga homicídios anteriores a 2008

Redação Bonde com AEN
18 nov 2012 às 16:12

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Criado em março do ano passado para investigar inquéritos anteriores a 2008 ainda abertos, o Grupo de Homicídios Não Resolvidos (Honre) informou neste domingo (19) que já resolveu 86,11% dos crimes que aguardavam solução em Curitiba.

Quando o grupo foi criado, eram 3.600 casos não solucionados. Hoje, restariam 500. "A rapidez para solucionar os inquéritos se deve à estrutura montada, com cinco policiais e dois escrivães, divididos em duas equipes", afirmou o coordenador do Honre, delegado Rubens Recalcatti, titular da Delegacia de Homicídios da capital.

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O Honre tem como objetivo elucidar casos que já foram investigados, que estão com os inquéritos policiais instaurados e sem solução há mais de quatro anos. Se o caso não for solucionado, o inquérito é encaminhado para o Ministério Público do Paraná (MP-PR).


O grupo funciona na Delegacia de Homicídios e, de acordo com Recalcatti, pode contribuir também para a solução de casos mais recentes. "Às vezes, um caso atual pode ajudar em um inquérito antigo e vice-versa", disse o delegado.

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De acordo com o delegado-geral da Polícia Civil, Marcus Vinicius da Costa Michelotto, iniciativas semelhantes podem ser adotadas para solução de inquéritos em outras cidades. "Nas cidades do interior onde há Delegacia de Homicídios – Foz do Iguaçu, Cascavel, Maringá e Londrina –, nós pretendemos também instalar o Honre".


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