Saúde Sexual

O que é anorgasmia?

26 set 2006 às 11:00

O mundo moderno vem passando por intensas transformações. Entre essas transformações que são mais evidentes está o comportamento sexual. As pessoas, de um modo geral, estão buscando cada vez mais informações; estão procurando se conhecer melhor e também conhecer melhor seu parceiro ou parceira para uma vida sexual mais saudável e feliz.

Mas ainda há muito o que avançar. Segundo um estudo sobre o perfil sexual dos brasileiros publicado pela Revista Brasileira de Medicina, 29% das mulheres disseram que têm dificuldades para atingir o orgasmo. Isso se chama anorgasmia.


A anorgasmia é a ausência recorrente de orgasmo, após uma fase de excitação normal, ocorrida com estimulação adequada em intensidade e duração. A anorgasmia pode ser classificada como primária que é quando ocorre com pessoas que nunca atingiram um orgasmo, seja através da relação sexual ou da masturbação; secundária ocorre em pessoas que tinham orgasmos em relações sexuais, e deixaram de tê-los de forma sistemática; a absoluta se a pessoa é incapaz de atingir um orgasmo pela relação sexual ou pela masturbação, em nenhuma circunstância; e situacional: se a pessoa pode alcançar um orgasmo, mas só em circunstâncias específicas.


Há vários fatores – orgânicos e psicológicos ou ambos - que podem provocar a falta de orgasmo. As mulheres reagem de forma diferente dos homens aos estímulos. A mulher é mais sentimental e romântica. Ela tem que sentir e ser sentida. Já o estímulo do homem é mais visual. Ele precisa tocar. As mulheres precisam se sentir bonitas, ter segurança, melhorar a auto-estima.


Entre os fatores orgânicos podemos destacar problemas com a tireóide, circulação sanguínea, cardiopatias, obesidade, diabetes, estar em estado depressivo, o abuso do cigarro. Estas situações podem comprometer a excitação e, em conseqüência, a chegada ao orgasmo. A boa notícia é que a anorgasmia tem tratamento e com ótimos resultados.

No site http://www.abcdasaude.com.br/ são apresentadas algumas técnicas para que as mulheres entendam mais o seu corpo. Se a questão for clínica o melhor caminho é procurar um médico para uma avaliação.


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