Pesquisar

Canais

Serviços

Saulo Ohara/Grupo Folha
Continua depois da publicidade
Continua depois da publicidade
Queda de 35% de candidatos

Crise econômica e desânimo afetam inscrições para Vestibular 2022 da UEL

Vítor Ogawa - Grupo Folha
27 out 2021 às 19:05
Continua depois da publicidade

As inscrições para o Vestibular 2022 da UEL (Universidade Estadual de Londrina) terminam às 23h59 do dia 3 de novembro, mas o baixo volume de inscritos até o momento aponta para a possibilidade de queda de até 35% do número de candidatos em relação à edição anterior, segundo estimativa da professora Sandra Regina de Oliveira Garcia, titular da Cops (Coordenadoria de Processos Seletivos).

Continua depois da publicidade
PUBLICIDADE


Desde 2015 (com exceção de 2019) os concursos têm tido mais de 21.800 candidatos, sendo que em 2017 beirou os 23 mil e, em 2021, ultrapassou os 27 mil. Contudo, a pandemia de coronavírus tem atrapalhado a rotina de aprendizado dos alunos do ensino médio, que precisaram ficar pelo menos um ano e meio assistindo aulas pelo ensino remoto - o que presenta metade do curso. 

Continua depois da publicidade
Continua depois da publicidade


ENSINO REMOTO

“Há um desânimo por parte dos estudantes em relação ao preparo para fazer um vestibular. Nós estamos colocando isso como uma das hipóteses. A outra hipótese é que o Brasil está passando por uma grave crise econômica e isso está impactando também os estudantes.” Garcia apontou que uma grande parcela tem colocado os estudos em segundo plano e foi para o mercado de trabalho para poder contribuir com as suas famílias.“ 


Outro fator em relação também à questão da crise econômica é que, ao contrário dos anos anteriores, muitos não fazem mais vários vestibulares em todo o Brasil - optam por realizar apenas uma inscrição do vestibular. "Essa é uma hipótese que a gente levanta também de que os candidatos estão fazendo um vestibular regional.”

Continua depois da publicidade


Questionada se isso teria impacto na maneira como a prova seria elaborada, Garcia afirmou que o fato de os estudantes terem passado por dificuldades para acompanhar as aulas do ensino remoto será levado em conta. “É claro que aprender a lidar com a tecnologia no meio de um processo não é muito fácil. Muitos professores não tinham experiência de trabalhar com isso e tentaram fazer isso de todas as maneiras possíveis, mas não deixa de ter um distanciamento do estudante em relação ao seu processo de ensino aprendizagem."


LEIA A MATÉRIA COMPLETA NA FOLHA.

Continue lendo