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Para matar a saudade de Djavan

Claudio Yuge - Folha de Londrina
22 nov 2007 às 17:28
- Divulgação/Marcelo Faustini
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Há mais de três anos o público paranaense não pode conferir de perto uma apresentação ao vivo do cantor e compositor Djavan. Mas esse intervalo silencioso encerra logo mais, com duas apresentações no Teatro Guaíra, nesta sexta-feira e sábado, quando o artista promete canções do novo álbum, ''Matizes'' e hits de toda sua carreira.

Aos 58 anos, Djavan vem para Curitiba para promover seu mais novo disco, ''Matizes'', lançado no mês passado, em São Paulo, e que já tem a música de trabalho ''Pedra'' veiculando pelas emissoras de rádio por aí. O álbum é o terceiro lançado de forma independente, pelo próprio selo do autor, o Luanda Records.

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A ausência dos palcos nos últimos três anos é justificada pelo músico devido aos compromissos familiares. ''Na verdade essa pausa coincidiu com o nascimento do meu filho do segundo casamento. Comecei a projetar o novo álbum com mais calma e espaço e também tive mais tempo para acompanhar o nascimento do meu filho'', explica.

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Depois da grande visibilidade ao final dos anos 80, com o disco ''Oceano'', e dos anos 90, com ''Bicho Solto'', Djavan lançou uma coletânea no ''Ao Vivo'' (1999) e depois encerrou o contrato com a Sony Music com ''Milagreiro'' (2001). Em seguida, foram três CDs pela própria gravadora, a Luanda Records, ''Vaidade'' (2004), ''Na Pista, etc'' (2005) e ''Matizes'' (2007).

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''Nunca deixei de ter liberdade ou de compor como eu quero, credito as coisas boas e ruins para mim. A mudança para minha gravadora aconteceu porque assim posso administrar a carreira do jeito que eu quero. Posso mexer com o marketing, a venda e a distribuição, que é uma coisa que as outras gravadoras não fazem'', diz o artista.


Sua banda é composta por Sérgio Carvalho (baixo e voz), Renato Fonseca (teclados e voz), Marcelo Martins (saxofones), François Lima (trombone e voz), Walmir Gil (trompete e voz), além dos filhos, Max Viana (guitarra e voz) e João Viana (bateria).

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E, tocar ao lado da família, é um prazer a mais para Djavan. ''Evidente que sinto falta da minha família, mas eles não estão ali por causa da saudade, e sim porque são músicos qualificados. Então, acho que conseguimos juntar 'a fome com a vontade de comer' com eles (filhos) na banda.''


''Matizes'', assim como toda sua obra, brinca com as nuanças da música e das cores, com arranjos que remetem ao samba, ao jazz, ao pop, entre outros gêneros. ''A graça da música é a diversificação. Minhas composições têm sempre um pouquinho de tudo, desde bossa nova até Beatles, Luiz Gonzaga, música clássica, flamenco. Sou muito curioso e isso está na música que faço'', comenta.

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De uns tempos pra cá alguns jovens artistas têm seguido sua linha e um ou outro chega a emular Djavan com grande perfeição, como Jorge Vercilo. O que o cantor e compositor acha disso? ''Bem, eu tenho uma música bem pessoal e isso produz seguidores, as pessoas gostam porque a harmonia, a melodia e as letras são legais. No final do ano vou lançar três songbooks (livros com partituras de canções) porque os músicos pedem demais. Acho que ter seguidores é uma coisa natural'', responde.


Para matar a saudade do público paranaense, Djavan não só vai tocar as músicas mais recentes como também sucessos antigos, a exemplo de ''Oceano'' e ''Eu Te Devoro''. ''O propósito de um show é buscar a interação entre o palco e a platéia. No repertório nós vamos ter músicas novas e de todos os tempos, assim como os hits. É um roteiro já testado com sucesso e espero que dê certo em Curitiba também'', projeta.

Serviço:
Djavan

Datas: 23 e 24 de novembro, sexta-feira e sábado
Horário: 21h30
Local: Teatro Guaíra
Endereço: Praça Santos Andrade, s/nº
Ingressos: Quanto: platéia a R$ 110, primeiro balcão a R$ 90 e segundo balcão a R$ 70
Mais informações pelo telefone (41) 3315-0101


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