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Repensou a assinatura?

Netflix aumenta valores de planos e motiva protestos na internet

Gustavo Batista - Estagiário*
23 jul 2021 às 11:50
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Um dos mais populares serviços de streaming do mundo, a Netflix encareceu o valor de seus planos e desencadeou protestos de assinantes na internet.

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Com os reajustes, o plano premium, que permite até quatro telas simultâneas e qualidade de vídeo Ultra HD, passa de R$ 45,90 para R$ 55,90 mensais. A assinatura padrão, que concede qualidade HD em duas telas simultâneas, vai subir de R$ 32,90 para R$ 39,90 e o plano básico, que permite acessar em apenas uma tela e sem resolução HD, saltará de R$ 21,90 para R$ 25,90.

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Coincidência ou não, a concorrente Amazon Prime Vídeo Brasil deu boas-vindas aos "novos assinantes" no Twitter. Após o período de teste, ela cobra R$ 9,90 por mês.


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A assinatura mensal do Disney + também é mais baixa que a da maior concorrente: R$ 27,90. Porém, há a opção de pagamento anual de R$ 279,90 para obter o streaming do Mickey.


Já a marca nacional Globoplay cobra doze parcelas de R$ 14,90 aos novos assinantes, em sua modalidade anual. O streaming tem outros planos, como a inclusão de canais Globosat (Viva, Multishow e SporTV, entre outros) ou mesmo aliado a outros serviços concorrentes, como a própria Disney +, por valores maiores, mas que proporcionam mais acesso.


A recém-chegada HBO Max, que tem no catálogo as produções da própria HBO, Warner, DC e Cartoon Network, está com promoção de assinatura vitalícia pela metade do preço para quem aderir ainda em julho - com isso, o assinante paga para acessar o serviço em até três telas simultâneas R$ 13,95 por mês e o acesso apenas por dispositivos móveis, como smartphones e tablets, R$ 9,95.


Reações


O anúncio do aumento nos planos gerou a criação da hasthtag #AdeusNetflix. Muitos internautas declararam que cancelaram o serviço após a atualização dos valores. Uma assinante declarou a inviabilidade de manter os pagamentos, mesmo gostando dos conteúdos:


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Outra internauta observou que o aumento ocorre em plena pandemia do novo coronavírus:


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*Sob orientação de Luís Fernando Wiltemburg
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